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GDF confirma Ivete Sangalo no show ‘Renato Russo Sinfônico’, em Brasília

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O Governo do Distrito Federal informou que a cantora Ivete Sangalo confirmou sua participação no show “Renato Russo Sinfônico”, que acontece no próximo dia 29 de junho, no estádio Mané Garrincha. Segundo a produção do evento, que marca a inauguração do espaço como arena multi-uso, também já confirmaram presença o cantor Lobão, a cantora Zélia Duncan e o ex-baterista do Sepultura, Iggo Cavalera.

O show “Renato Russo Sinfônico” vai reunir a Orquestra do Teatro Nacional de Brasília, sob regência do maestro Claudio Cohen, e diversos artistas brasileiros interpretando músicas da banda de Brasília e da carreira-solo do cantor e compositor. O ex-líder da banda Legião Urbana vai aparecer como holograma em uma ou duas músicas.

A tecnologia usada para trazer o cantor ao palco do Estádio Mané Garrincha é inédita no Brasil, segundo os produtores do evento. A projeção está a cargo do produtor e diretor Mark Lucas, que já trabalhou com bandas como Pearl Jam e Red Hot Chili Peppers.

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Segundo o produtor executivo do show, André Noblat, que também faz parte do movimento “Brasília Capital do Rock”, o valor do espetáculo ainda não está definido. “Não dá para dizer quanto vai custar o show porque depende de uma série de fatores, como o cachê dos músicos convidados e o desenho do palco.”

A tecnologia vai permitir absorver a energia do meu pai no palco. Será uma homenagem à cidade e ao meu pai. Escolhemos o Mané Garrincha porque foi o lugar onde houve o último show e teve aquela confusão. Esse evento, na verdade, era um sonho do meu pai”
Giuliano Manfredini,
filho do cantor Renato Russo

O evento foi contemplado pela Lei Rouanet, com financiamento de R$ 4,5 milhões. Os produtores estão captando recursos. Os valores do evento não foram divulgados.

O show foi anunciado pelo filho de Renato Russo, Giuliano Manfredini, a Legião Urbana Produções e o governador Agnelo Queiroz, no fim de fevereiro. “O GDF entra nessa parceria oferecendo o estádio, como parte dos eventos de inauguração do Mané Garrincha, para mostrar que ele é realmente multiuso. O Renato projetou o nome de Brasília, que é a cidade do rock. A tecnologia vai permitir por alguns minutos tê-lo de volta com a gente”, afirmou o governador Agnelo.

“A tecnologia vai permitir absorver a energia do meu pai no palco. Será uma homenagem à cidade e ao meu pai. Escolhemos o Mané Garrincha porque foi o lugar onde houve o último show e teve aquela confusão. Esse evento, na verdade, era um sonho do meu pai, junto com o maestro Silvio Barbato. Infelizmente não foi possível realizar com ele em vida, mas agora estamos realizando essa vontade dele”, afirmou Manfredini.

O show
De acordo com o produtor musical Rafael Ramos, o show terá uma hora e meia de música e exibição de vídeos com entrevistas e depoimentos. Está prevista a apresentação de 16 a 20 composições. Os músicos que fizeram parte da Legião Urbana, como o guitarrista Dado Villa-Lobos e o baterista Marcelo Bonfá, ainda não estão confirmados.

Segundo a produção, nomes internacionais como o do guitarrista do Eurythmics, Dave Stewart, estão sendo cogitados. “Estamos em fase final de negociação”, disse Ramos.

A cantora italiana Laura Pausini, de quem Renato gravou a canção “Strani Amore”, também será convidada. Laura e o líder da Legião  apareceram juntos em uma versão da música, lançada pouco depois da morte do cantor, em outubro de 1996.

No mesmo palco
O show vai acontecer exatamente 25 anos e 11 dias depois da última apresentação da Legião Urbana em Brasília. No dia 18 de junho de 1988, uma grande confusão se formou depois que a banda decidiu deixar o palco após 50 minutos de música.

Um fã invadiu o local de apresentação e agarrou o cantor no meio da música “Conexão Amazônica”. Antes disso, bombinhas e outros objetos foram atirados contra os músicos. Renato xingou o público e também foi xingado. No momento da confusão, ele gritou contra os policiais.

O público começou a promover um quebra-quebra a entrar em confronto com a Polícia Militar. Mais de 50 mil pessoas lotavam o estádio na ocasião. Muitos acabaram entrando sem pegar.

Em entrevistas concedidas à imprensa, o cantor Renato Russo sempre dizia que nunca mais voltaria a cantar em Brasília porque a cidade não oferecia estrutura para um evento de grandes proporções.

 

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Hospitais públicos do RS têm lotação de 90% nas UTIs; taxa nas instituições privadas é de 110%

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Com 3.263 pacientes em 3.410 leitos disponíveis, taxa geral de ocupação no estado é de 95,6%. Seis regiões atendem mais pessoas do que a capacidade hospitalar.

CTI do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre — Foto: HMV/Divulgação

A ocupação dos leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) destinados a adultos no Rio Grande do Sul apresenta uma diferença entre hospitais públicos e privados. Na tarde desta quarta-feira (7), as instituições que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS) registravam 90% de ocupação. Por outro lado, as unidades privadas observavam taxa de 110% de lotação (veja tabela abaixo).

Ao todo, o estado atende 3.263 pacientes em 3.410 vagas disponíveis em 300 hospitais. A taxa de ocupação geral de leitos críticos é de 95,6%. É o sétimo dia seguido de lotação abaixo de 100%, mas ainda dentro da zona de alerta crítico da Fiocruz, quando o índice é superior a 80%.

O atendimento de mais pacientes do que a capacidade, caso dos hospitais privados, é previsto pela SES, que autoriza o uso de leitos adaptados, como salas de recuperação e centros cirúrgicos, para a terapia intensiva.

Ocupação de leitos de UTI no RS

Geral SUS Privados
Leitos 3.410 2.464 946
Pacientes 3.263 2.219 1.044
Taxa 95,6% 90,1% 110,4%

Outros indicadores

Do total de internados em UTIs, 2.310 pessoas estão com coronavírus e outras 101 estão com suspeita da doença. O número de pacientes com outras enfermidades em leitos de terapia intensiva aumentou em relação ao dia anterior, sendo 852 hospitalizados nesta quarta. Com 11 leitos a mais entre terça (6) e quarta, o estado registra 147 vagas em aberto no sistema de saúde (veja gráfico abaixo).

Ocupação de leitos de UTI no RS
Deslize o cursor para ver os números de cada data. Você pode clicar nas legendas e ver apenas as linhas selecionadas
LeitosLivresOutras doençasOcupados por pacientes com suspeita de CovidOcupados por pacientes com Covid
TotalOcupados
● Ocupados por pacientes com Covid: 580
Fonte: SES

Conforme a SES, 2.459 estão intubados em respiradores. O número representa 72% do total de internados em UTIs. Além disso, há 3.624 pacientes com coronavírus em quase 8,1 mil leitos clínicos.

Somando adultos e crianças em atendimento crítico e clínico, o RS totaliza 6.124 pessoas internadas com Covid-19 ou suspeita da doença.

Cidades e regiões

De acordo com a SES, os 21 hospitais do município de Porto Alegre têm 1.104 pacientes internados em 1.113 vagas de UTI, ou seja, 99,1% da capacidade. O cenário de instituições públicas e privadas é semelhante ao visto no estado, com taxas de 94% e 108%, respectivamente.

No controle da Secretaria Municipal da Saúde da Capital, há o registro de 119 pessoas aguardando transferência para um leito crítico. São 89 pacientes com coronavírus e 30 com outras enfermidades. Os dados são referentes a 17 dos 18 hospitais monitorados.

No interior do estado, a região de Cachoeira do Sul, no Centro do RS, segue a com maior taxa de ocupação de UTIs. A lotação é de 150%, com 30 pacientes em 20 leitos. As regiões de Uruguaiana, Lajeado, Santa Cruz do Sul, Palmeira das Missões e Passo Fundo também atendem mais pessoas do que a capacidade operacional.

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Vacinação dos profissionais da segurança pública de MT começa nesta quinta-feira

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Em Cuiabá, a vacinação será no Senai, localizado na Avenida 15 de Novembro, das 9h às 18h. A previsão é vacinar 800 profissionais na quinta e 801 na sexta-feira (9).

Vacina contra Covid — Foto: Getty Images/BBC-

Os profissionais da segurança pública de Mato Grosso começam a receber as primeiras 3,2 mil doses da vacina contra a Covid-19 nesta quinta-feira (8). Serão contemplados os servidores que estão na linha de frente e o critério será dos mais antigos ao mais jovem que estão na ativa.

Em Cuiabá, a vacinação será no Senai, localizado na Avenida 15 de Novembro, das 9h às 18h. A previsão é vacinar 800 profissionais na quinta e 801 na sexta-feira (9).

Ao todo, são 1.601 doses em Cuiabá e 182 doses aos profissionais de Várzea Grande. Na cidade industrial, o local de vacinação será ou no Fiotão ou na Univag.

Na capital, quem vai realizar a aplicação das doses são os profissionais da saúde da própria segurança, sob orientação e capacitação da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá.

As demais doses serão encaminhadas para o interior.

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) deve publicar uma resolução de pactuação com as Secretarias Municipais de Saúde com as orientações sobre a vacinação aos profissionais da segurança pública. A dose e a lista com os nomes serão encaminhadas aos municípios.

Serão contemplados servidores lotados no Sistema Penitenciário, Polícia Militar, Polícia Civil, Detran, Corpo de Bombeiros, Politec, Fundação Nova Chance, Socioeducativo, além das forças federais como Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e as Forças Armadas – Exército, Marinha e Aeronáutica.

Os servidores que atuam na área meio dentro da segurança pública – gestores governamentais, técnicos e analistas de desenvolvimento econômico e social, cargos comissionados – não serão contemplados com a vacinação.

Como se dará a vacinação?

A lista com os nomes dos servidores já foi encaminhada para as prefeituras de Cuiabá e Várzea Grande. Cada unidade setorial de gestão de pessoas ficará responsável de notificar os servidores informando que será contemplado com a vacina.

Em seguida, os servidores precisam fazer pré-cadastro no site prefeituras, com o Cartão SUS atualizado, além dos dados pessoais.

Assim que o município agendar a vacinação, informando a hora e o local, ele deve assinar o documento e entregar para a chefia imediata referendar, garantindo que haja respeito na fila da vacinação.

Em torno de 22 mil profissionais da carreira da Segurança Pública devem ser vacinados em Mato Grosso.

Vacinação na segurança

O governador Mauro Mendes conseguiu a aprovação, junto ao Ministério Público Estadual e ao Conselho dos Secretários Municipais de Saúde, para aumentar o percentual a ser disponibilizado para a vacinação das Forças de Segurança de Mato Grosso.

Em todos os lotes de vacina que vierem para Mato Grosso, 5% das doses para a imunização dos profissionais das Forças de Segurança.

Na última remessa de vacina, feita pelo Governo Federal, foi disponibilizado para Mato Grosso 896 doses para aplicar o imunizante nos integrantes da força de segurança no estado.

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Cientistas desvendam genoma do novo coronavírus enquanto vacinação avança

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Ciência acelera processos para frear disseminação do vírus e descobrir onde está localizado, há quanto tempo e com que velocidade se movimenta

(./Reprodução)

Da sofisticada pesquisa genética ao desenvolvimento de novos produtos de limpeza, a inovação teve grandes avanços desde a descoberta do novo coronavírus. A urgência para encontrar instrumentos de combate à Covid-19 acelerou muitos processos, como o de sequenciamento de genomas: uma parceria do Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (IMT-USP) e do Instituto Adolfo Lutz (IAL) com a Universidade de Oxford, por exemplo, permitiu que todas as etapas fossem concluídas em 48 horas, quando o tempo médio era de 15 dias.

Mapear o genoma de um vírus é fundamental para descobrir a região onde está localizado, há quanto tempo e com que velocidade se movimenta. Assim, é possível traçar estratégias para frear a disseminação. Também é crucial para pesquisas de vacinas e para a realização de testes de diagnóstico.

— Na pandemia, temos o exemplo clássico de como a ciência, com investimento e compartilhamento de informação, avança. Veja que as vacinas contra a Covid-19 geralmente têm os nomes atrelados de duas instituições, porque compartilharam informações. E os investimentos foram fundamentais para avançar nos testes (em humanos), especialmente na terceira etapa. A ciência se constrói dessa forma — diz Rafael Barreto Almada, presidente do Conselho Regional de Química – Terceira Região (Rio de Janeiro).

Professor do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), Almada lembra que, logo depois da chegada da doença ao país, várias universidades se mobilizaram para fabricar e doar álcool gel:

— No início o álcool gel sumiu do mercado, porque o principal produto que dá o aspecto gelatinoso, carbopol, é importado. O uso de outros polímeros foi estudado e aperfeiçoado. O mesmo aconteceu com o álcool líquido para as mãos, que passou a ter substâncias hidratantes. Antes só havia álcool líquido para superfície, que resseca a pele.

Outra frente que teve grandes avanços tecnológicos foi a produção de equipamentos de proteção, como face shields e óculos fabricados em impressoras 3D, e o desenvolvimento de tecidos para máscaras que neutralizam a ação do vírus. Também a criação de novos respiradores e oxímetros ajudou a aumentar a oferta e baratear os equipamentos. Na robótica, drones fizeram alertas à população, e máquinas distribuíram refeições aos infectados em hospitais. A telemedicina é mais um exemplo de prática que deu um grande salto.

— Pela longa duração da pandemia, acredito que os protocolos de proteção e o uso de novos equipamentos serão incorporados daqui para a frente — afirma Almada.

Vacina traz esperança

Países se mobilizaram e conseguiram em tempo recorde produzir e aplicar os imunizantes, única saída para frear o avanço da Covid-19. No Brasil, imagens das pessoas vacinadas tomam conta das redes sociais

Os números de vítimas da Covid-19 continuam a ser monitorados com angústia no mundo inteiro, mas, desde o início de 2021, vêm acompanhados de uma estatística que traz esperança: os crescentes índices de vacinação.

Apesar do ritmo ainda lento no Brasil, as imagens de idosos e profissionais de saúde sendo vacinados tomam conta das redes sociais e são um alívio no momento mais grave da pandemia. A população percebeu que ciência e saúde caminham juntas e não há saída milagrosa: somente a imunização é capaz de frear o avanço da doença.

— Vacinar o mais rápido possível o maior número de pessoas, especialmente as do grupo de risco, reduzir hospitalização e mortes: esse é o objetivo da campanha — afirma o pediatra Renato Kfouri, primeiro-secretário e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

— A Covid-19 é uma doença viral, que se transmite muito facilmente. Não há uma droga que mate o vírus, não há tratamento precoce. Para essas doenças, as vacinas assumem um papel crucial. Assim foi com o sarampo, a paralisia infantil, a varíola, a febre amarela.

A agilidade no desenvolvimento das vacinas contra a Covid-19 surpreendeu a comunidade internacional, destaca o médico:

— Nem o mais otimista investigador imaginava que, em menos de um ano do sequenciamento genômico, do vírus descoberto, nós tivéssemos não uma, mas meia dúzia de vacinas aprovadas, licenciadas, aplicadas, seguras, de alta eficácia. Claro que se partiu de plataformas já desenvolvidas em vacinas para outros coronavírus, para ebola, não começamos do zero. Tivemos um desenvolvimento tecnológico muito acelerado na questão dos genomas e nunca tivemos tanto recurso investido. Praticamente todas as vacinas iniciaram sua produção antes do fim do estudo. No momento em que a vacina foi licenciada, no dia seguinte começou a aplicação.

O Brasil tem acordos de transferência de tecnologia e até o fim do ano produzirá 100% das vacinas Coronavac (Instituto Butantan/Sinovac) e AstraZeneca (Fiocruz/Oxford). Atualmente são as duas vacinas aplicadas nos brasileiros, com parte dos insumos importada. O Butantan pedirá à Anvisa autorização para testes clínicos em humanos da Butanvac. Se aprovada, será a primeira vacina desenvolvida e produzida no país.

O acompanhamento dos indivíduos vacinados é fundamental para observar o comportamento dos imunizantes, a duração da proteção da vacina e a eficácia em novas variantes. Outro aspecto importante é que as vacinas são muito eficazes para prevenir as formas graves da Covid-19, diminuindo as internações e as mortes. Mas, nesta etapa da vacinação, mesmo os imunizados devem manter as medidas de proteção, para evitar as formas mais leves da doença e a transmissão.

— A pessoa deve continuar se protegendo para não adoecer. Mesmo que o indivíduo vacinado não fique doente, pode ter contato com o vírus e transmitir para outros, não vacinados. É também uma questão de respeito ao próximo. É preciso participar desse pacto coletivo de uso de máscara, manutenção do distanciamento, das regras do convício social e da empatia pelos outros — afirma Kfouri.

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Vacinação de pessoas de 67 anos começa no dia 14 de abril em São Paulo

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De acordo com o governo paulista, pessoas com 67 anos começam a ser imunizadas no dia 14 de abril; já os que têm 65 e 66 anos poderão tomar a vacina a partir de 21 de abril

Brasil recebe novas doses de vacina (Jonne Roriz/Bloomberg/Getty Images)

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou na tarde desta quarta-feira, 7, as datas para o início da vacinação de idosos entre 65 e 67 anos contra a covid-19. De acordo com o governo paulista, pessoas com 67 anos começam a ser imunizadas no dia 14 de abril; já os que têm 65 e 66 anos poderão tomar a vacina a partir de 21 de abril.

O governador também anunciou a compra de 2 mil cilindros de oxigênio e mil concentradores do insumo, aparelhos que funcionam como pequenas usinas do gás. Os equipamentos já começaram a ser entregues. A distribuição deve ser finalizada até o fim de abril.

Doria também anunciou a criação de um novo programa de auxílio financeiro, chamado de Bolsa do Povo. Ele unificará programas já existentes, como o Renda Cidadão e o Bolsa Trabalho, ampliará o valor investido e criará programas novos.

“Estamos ampliando o valor investido nos programas sociais para R$ 1 bilhão. Para isso, precisaremos de um crédito aberto na Assembleia Legislativa”, explicou o vice-governador do Estado, Rodrigo Garcia.

O novo programa que fará parte do Bolsa do Povo prevê a contratação de até 20 mil pais e mães de alunos da rede estadual para trabalhar nas unidades de ensino onde os filhos estudam. “O Bolsa do Povo vai beneficiar meio milhão de pessoas direta ou indiretamente com repasses de até R$ 500 por pessoa”, afirmou Doria.

Vacinação

Segundo ferramenta de acompanhamento, até as 12h50 desta quarta, o governo estadual havia aplicado 7.026.583 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Ao todo, 3.289.825 pessoas receberam apenas a primeira dose e 1.868.379 receberam ambas as doses necessárias.

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Vacina contra Covid-19: servidores do Detran-DF denunciam lista de imunização de aposentados e funcionários administrativos

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Apesar da indicação, prioridade é para quem está na linha de frente; nesta terça-feira (6), 80 funcionários do departamento serão imunizados. Segundo órgão, lista era apenas ‘levantamento preliminar’.

Servidores do Detran-DF denunciam lista de vacinação contra Covid-19 com funcionários aposentados e de cargos administrativos — Foto: TV Globo/Reprodução

Uma lista com nomes de servidores do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) escalados para receber a vacina contra Covid-19 causou polêmica no órgão nesta segunda-feira (5). Funcionários denunciaram que entre os escolhidos havia servidores aposentados e de cargos administrativos que, portanto, não estariam na linha de frente e no atendimento à população.

Nesta terça-feira (6), 80 servidores do departamento serão vacinados, a partir das 10h, na Unidade Básica de Saúde (UBS) 4, no Guará. No site da transparência do governo do DF consta que entre os supostamente selecionados para a imunização estão uma servidora aposentada e dois funcionários de outros órgãos, cedidos ao Detran-DF.

Em nota, o Detran informou que a lista é apenas um “levantamento preliminar” e que, a partir do documento, foram selecionados os servidores que estão “de fato trabalhando com o público e mais expostos à Covid-19“.

O departamento disse ainda que vai excluir da lista de vacinação os servidores aposentados, os cedidos a outros órgãos e os que estão atuando por teletrabalho.

Servidores do Detran-DF denunciam lista de vacinação contra Covid-19 com funcionários aposentados e de cargos administrativos  — Foto: TV Globo/Reprodução

Servidores do Detran-DF denunciam lista de vacinação contra Covid-19 com funcionários aposentados e de cargos administrativos — Foto: TV Globo/Reprodução.

De acordo com as denúncias, a lista do Detran não cumpriu a determinação da nota técnica, que deveria avaliar requisitos como de servidores em serviço externo e idade, mas que “o órgão criou o seu próprio critério“, para trabalho presencial e idade.

“Com isso, quem está realmente na linha de frente, foi deixado para trás”, disse um funcionário que preferiu não se identificar.

Outro servidor disse ainda que “nem o pessoal do balcão será vacinado”. “Os agraciados serão os que estão nas salas com ar-condicionado”, afirma.

 

Servidores do Detran-DF denunciam lista de vacinação contra Covid-19 com funcionários aposentados e de cargos administrativos  — Foto: TV Globo/Reprodução

Servidores do Detran-DF denunciam lista de vacinação contra Covid-19 com funcionários aposentados e de cargos administrativos — Foto: TV Globo/Reprodução

O Detran também informou que houve uma rechecagem dos nomes da lista, e alguns servidores que não se encaixavam nos critérios foram retirados. “O fotógrafo do departamento, por exemplo, apesar de ter direito, não será vacinado porque está em teletrabalho”.”Ninguém que não tem direito está sendo vacinado. Todos estão na linha de frente”, diz a assessoria do Detran-DF.

Vacinação dos profissionais de Segurança Pública

Os servidores do Detran fazem parte do grupo de profissionais da segurança pública do DF que será imunizado contra a Covid-19.

De acordo com a Secretaria de Saúde, foram separadas 2.237 doses para este grupo, e a escolha dos funcionários a serem contemplados ficou a cargo da direção de cada órgão, levando em conta critérios como idade ou maior exposição ao vírus.

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Mercado Livre vai abrir 16 mil vagas em 2021 – 7.200 delas no Brasil

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Com mais da metade do volume de negócios da empresa hoje, o Brasil terá o maior crescimento de equipe na América Latina

Mercado Livre: 16 mil oportunidades de emprego na América Latina (Mercado Livre/Divulgação)

O Mercado Livre planeja dobrar o número de funcionários em 2021. A empresa de tecnologia para e-commerce e serviços financeiros anunciou nesta terça-feira, 6, que vai abrir 16 mil vagas na América Latina. E 7.200 delas serão apenas para a expansão no Brasil.

Com mais da metade do volume de negócios da empresa hoje, o Brasil terá o maior crescimento de equipe. No ano, o Meli planeja investir R$ 10 bilhões no país, principalmente na área de logística e fintech.

Segundo Patrícia Monteiro, diretora de Recursos Humanos, o propósito da companhia de democratizar o acesso ao comércio e serviços nunca foi tão relevante.

Para nós, é um momento muito importante para trazer boas notícias. Não vamos só fazer o que fazemos de melhor para os usuários, mas sem dúvida vamos ser um motor para contratação no país”, fala ela.

Em 2020, a empresa havia anunciado a contratação de 5 mil pessoas. No fim do ano, o Mercado Livre chegou a 15.545 colaboradores e registrou uma alta anual de 96,9% na receita líquida. Agora, a expectativa é fechar 2021 com mais de 32 mil funcionários.

Na região, o México será o segundo país em novas contratações, com 4.700 vagas. Em seguida, vem a Argentina, Colômbia, Chile e Uruguai.

Por áreas, 11 mil das oportunidades serão destinadas a Envios, o braço de logística da empresa, 4 mil para tecnologia e as mil vagas restantes serão destinadas a outras áreas.

A diretora acredita que dobrar o tamanho da empresa pelo segundo ano seguido é um grande desafio para sua área, especialmente com o foco em um crescimento sustentável e inclusivo.

“Temos três pilares quando pensamos em inclusão. Primeiro olhando para pessoas com deficiência. Em segundo lugar, queremos trazer mais mulheres para posições de liderança e de tecnologia. Hoje, temos 41% de mulheres nas posições de gerente sênior e acima. Queremos continuar mantendo essa posição. Em terceiro, vamos trazer mais diversidade de etnias”, explica.

Uma das estratégias que a empresa vai manter para atrair novos talentos, inclusive para cargos que não exigem experiência prévia de trabalho, será o investimento na formação de pessoas nas comunidades próximas aos centros de distribuição.

Em janeiro, a companhia ofereceu um curso gratuito da área de logística para jovens em Cajamar (SP), onde já existem dois centros de distribuição e um terceiro abrirá em breve. Também foi firmada uma parceria com a Globant e a Digital House para oferecer 2.500 bolsas de estudo no curso de desenvolvimento de software.

“Pensamos muito no nosso papel nas diversas localidades que vamos alcançar. Vamos continuar com iniciativas de atração de pessoas que buscam seu primeiro emprego e vamos ter bootcamps para as contratações em TI”, diz.

Assim, entre as 7.200 vagas que vão abrir ao longo do ano no Brasil, os candidatos encontrarão oportunidades de todos os níveis de senioridade e experiência, mas com um foco grande em oferecer o primeiro emprego ao público em mais de 50 localidades no país.

“Procuramos profissionais que sejam empreendedores e que queiram contribuir para a missão de fazer a diferença para milhares de pessoas impactadas pelo Mercado Livre. Hoje mais de 600 mil famílias possuem uma renda que vem do Meli, então temos um impacto grande na sociedade. Trazer mais 7.200 empregos também será um impacto na economia”, comenta a diretora de RH.

Para a seleção, a diretora afirma que o processo foi estruturado para avaliar, em larga escala, a trajetória dos candidatos e se eles possuem características valiosas para a empresa em seu perfil. Mesmo com o alto volume de vagas, Monteiro avisa que os candidatos podem esperar por diversas entrevistas.

Fora o alinhamento cultural, a principal habilidade procurada nas etapas de seleção nos candidatos será a capacidade de aprender e reaprender constantemente.

“Aprender com agilidade e aprender para fazer diferente fazem parte do DNA da Meli. Para nós, você pode correr riscos, aprender rápido, trabalhar em equipe, mas ainda se divertir no caminho”, diz a diretora.

Outro investimento que a empresa intensificou no ano passado foi nas medidas de segurança de saúde física e mental. Para quem foi para o home office e quem permaneceu trabalhando presencialmente, a empresa seguiu medidas para evitar o contágio do coronavírus, fez pesquisas para acompanhar o bem-estar ao longo na pandemia e criou atividades de mindfulness e yoga.

Para as vagas operacionais, as oportunidades vão ser publicadas na página da empresa parceria Randstad. Outras posições serão publicadas na página de carreiras e no Linkedin da empresa.

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