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Entenda por que água explodiu em rua de BH durante as fortes chuvas em MG

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Imagens que viralizaram de fortes jatos de água no canteiro central da avenida impressionaram e causaram preocupação com os riscos para quem passa pela avenida

Durante as chuvas da madrugada de sábado (25) várias peças de concreto no jardim central saíram do lugar com a força das águas
(foto: Túlio Santos/EM )

As imagens dos jatos de água explodindo pelo canteiro central da Avenida Andradas, no Centro de Belo Horizonte, e alcançando altura de cinco metros (ultrapassando a altura dos postes de luz) deram a dimensão da quantidade de água que caiu na capital mineira nos últimos dias.

Compartilhados por milhares de pessoas nas redes sociais, os vídeos trouxeram preocupações sobre os riscos para quem passa pela via. O asfalto da avenida foi afetado com a força do Rio Arrudas? O rio pode transbordar e inundar a região?

Engenheiros ouvidos pelo Estado de Minas afirmam que o evento raro é resultado de uma pressão fora do normal causada pelo volume de água, mas que não representa riscos para o asfalto. No entanto, os riscos de enchentes no local são reais e a canalização de rios é considerado medida antiquada na engenharia moderna. Outros tipos de obras passaram a ser adotadas em grandes cidades.

“No meio da Andradas tem o que chamamos de suspiro. É uma caixa respiratória, que serve como um colchão de ar para aliviar a pressão do ar que acontece com o forte deslocamento da água”, explica o engenheiro Henrique Castilho Marques de Sousa, superintendente da Sudecap (Superintendência de Desenvolvimento da Capital).

Segundo Castilho, as estruturas vazadas de concreto no jardim central têm exatamente a função de reduzir a força da água ao longo da canalização. Caso não houvesse esse “respiro para o Arrudas”, os danos seriam significativos na avenida.

“É um cálculo estrutural. Essas estruturas servem como um alívio para a carga hidráulica e faz com que a estrutura não seja comprometida. O volume de água foi tão grande e a velocidade tão grande, que algumas estruturas se soltaram com o respiro do rio. É atípico, mas não houve qualquer dano às estruturas da via”, afirma o chefe da Sudecap.

Ele lembra que o Arrudas recebe água de todos os córregos e rios das regionais Oeste, Leste, Centro-Sul e do Barreiro, o que levou a uma tromba d’água incomum durante as chuvas dos últimos dias. A Sudecap mantém monitoramento na Andradas e não foram constatados riscos no asfalto.

“Na pista temos as juntas de dilatações, que ficam entre as tampas do canal e a pavimentação. Elas são feitas exatamente para movimentar quando necessário e não causar danos na estrutura”, diz Castilho. Para o engenheiro Geovanni Cremosi, o volume de chuva superior a 170 milímetros de água em 24 horas fez com que o sistema de drenagem da cidade ficasse saturado.

“Temos hoje grandes áreas não permeáveis, o que sobrecarrega as estruturas de drenagem. Com volumes tão acima da média como tivemos já é esperado que sistema tenha problemas. E com chuvas cada vez mais volumosas, temos regiões, como às margens da avenida Andradas, em que existe o risco de alagamentos”, conta Geovanni.

Outras soluções da engenharia

A canalização completa de rios é considerada pelos técnicos como ultrapassada pelos padrões modernos da engenharia e que eles ressaltam que existem formas mais avançadas para obras em grandes cidade.

“As cidades evoluem, algumas obras se tornam ultrapassadas e a infraestrutura deve acompanhar as mudanças urbanas. Vemos a tendência em várias cidades de se deixar os grandes rios ao ar livre, no lugar de tampá-los completamente. Mas cada situação precisa ser estudada e se analisar as possibilidades”, analisa o engenheiro.

O superintendente da Sudecap Henrique Castilho ressalta que algumas obras que estão sendo feitas em Belo Horizonte não apostam mais na canalização dos rios para evitar alagamentos, mas na construção de reservatórios.

“Não posso comentar sobre obras feitas em gestões passadas. Na década de 1990 a engenharia da época apresentou essa solução. A cidade precisava direcionar a água e na época foram feitos os estudos necessários. Hoje estamos mudando a maneira de trabalhar em alguns locais. Por exemplo, no Vilarinho (Venda Nova), vamos fazer grandes reservatórios de água no lugar de canalizar a água”, afirma Castilho.

As primeiras obras do Boulevard Arrudas (que foram divididas em várias etapas) foram concluídas em março de 2007. Outros trechos foram entregues nos anos seguintes. Hoje, cerca de sete quilômetros do Rio Arrudas estão debaixo do asfalto.

 

 

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Aedes aegypti: boletim aponta mais de 3.600 casos prováveis de dengue na Zona da Mata e Vertentes em 2021

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Dados da Secretaria de Estado de Saúde são de janeiro a maio deste ano. Confira também a situação das regiões em relação à zika e chikungunya.

Mosquito Aedes aegypti é o transmissor da dengue, zika e chikungunya — Foto: Raul Santana/Fiocruz/Divulgação

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) divulgou nesta terça-feira (11) o boletim epidemiológico com os dados acumulados de 4 de janeiro de 2021 até o último domingo (9) sobre a incidência do Aedes aegypti nos municípios do Estado. O mosquito é o transmissor da dengue, zika e chikungunya.

O informativo desta semana apontou 3.629 casos prováveis de dengue na Zona da Mata e Campo das Vertentes neste ano. Também foram contabilizados 124 casos prováveis de chikungunya e 29 de zika nos municípios das regiões. Não há registros de mortes por nenhuma das doenças nas localidades.

Dengue

De acordo com o boletim, os casos prováveis de dengue foram registrados em 35 cidades, sendo que Cataguases lidera o ranking, seguida de Leopoldina. Até o momento são, respectivamente, 1.561 e 557 notificações.

Mortes

Conforme o informativo, não houve mortes por dengue confirmadas na Zona da Mata e Vertentes.

Casos prováveis de dengue em 2021

Município Casos prováveis
Argirita 6
Astolfo Dutra 57
Barbacena 8
Bicas 1
Carandaí 1
Carangola 2
Cataguases 1.561
Chácara 2
Divino 1
Dona Euzébia 11
Espera Feliz 1
Guarani 13
Guidoval 2
Juiz de Fora 17
Laranjal 439
Leopoldina 557
Lima Duarte 3
Mar de Espanha 1
Matias Barbosa 11
Miraí 410
Muriaé 50
Piraúba 17
Recreio 16
Rio Pomba 7
Rodeiro 24
Santa Cruz de Minas 4
Santana de Cataguases 62
Santos Dumont 1
São João del Rei 87
São João Nepomuceno 9
Tabuleiro 2
Tocantins 46
Tombos 1
Ubá 126
Visconde do Rio Branco 73
Total 3.629
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DF tem 34 novas mortes por Covid e chega a 8.184 óbitos

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Total de infectados é de 388.286. Nos primeiros 11 dias de maio, capital soma 356 vidas perdidas para pandemia.

Atendimento em leito de hospital no DF — Foto: TV Globo / Reprodução

O Distrito Federal confirmou mais 34 mortes por Covid-19 nesta terça-feira (11), e chegou a 8.184 óbitos desde o início da pandemia. Também foram registrados 832 novos casos da doença, totalizando 388.286 infectados, segundo dados da Secretaria de Saúde (SES-DF).

Nos primeiros 11 dias de maio, a SES-DF contabilizou 356 mortes em Brasília. O número de vítimas contabilizado em 24 horas, no entanto, diminuiu 8% – na segunda-feira (10) foram 37 mortes.

Já os registros de novos casos aumentaram 8% na mesma comparação. No boletim anterior, eram 766 contaminados.

Do total de infectados, 372.483 pessoas estão recuperadas. Isso representa 95,9% dos diagnosticados.

Perfil das vítimas

Paciente em leito de hospital no DF — Foto: TV Globo / Reprodução

Paciente em leito de hospital no DF — Foto: TV Globo / Reprodução

Entre as vítimas da pandemia, 7.496 eram moradoras do Distrito Federal. As 688 restantes vieram de outras unidades da federação para buscar atendimento, principalmente do Entorno do DF.

Entre as mortes confirmadas no boletim mais recente, 21 ocorreram nos últimos dois dias. Veja abaixo:

  • 6 de março: 1
  • 8 de março: 1
  • 11 de março: 1
  • 12 de março: 1
  • 22 de março: 1
  • 24 de março: 1
  • 25 de março: 1
  • 6 de maio: 2
  • 8 de maio: 1
  • 9 de maio: 3
  • 10 de maio: 14
  • 11 de maio: 7

Faixa etária

  • 20 a 29 anos: 1
  • 30 a 39 anos: 3
  • 40 a 49 anos: 4
  • 50 a 59 anos: 8
  • 60 a 69 anos: 10
  • 70 a 79 anos: 5
  • 80 anos ou mais: 3

Residência

  • Ceilândia: 3
  • Gama: 2
  • Guará: 2
  • Jardim Botânico: 1
  • Park Way: 1
  • Planaltina: 1
  • Plano Piloto: 1
  • Recanto das Emas :1
  • Riacho Fundo II: 1
  • Samambaia: 1
  • Santa Maria: 4
  • São Sebastião: 4
  • Sobradinho: 4
  • Sol Nascente: 1
  • Taguatinga: 2
  • Goiás: 2
  • Roraima: 1
  • Minas Gerais: 1
  • Amazonas: 1

Leitos de UTI

Leitos de UTI no DF — Foto: TV Globo / Reprodução

Leitos de UTI no DF — Foto: TV Globo / Reprodução

Até as 16h26 desta terça, a ocupação dos leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) reservados para casos da Covid-19 na rede pública estava em 79,51%.

Do total de 480 vagas, 357 estavam ocupadas, 95 disponíveis, e 31 bloqueadas. Os números incluem leitos neonatais, pediátricos e adultos.

Na rede privada, às 12h10, 89,77% dos leitos reservados para infectados estavam ocupados. Do total de 334 leitos, 239 estavam em uso, 27 vagos e 68 bloqueados.

Números por região

Ceilândia é a região com maior número de casos e de mortes por Covid-19 no DF. No boletim desta terça, a Secretaria de Saúde aponta que há 42.984 infectados pela doença e 1.305 óbitos confirmados.

Em seguida, está o Plano Piloto, com 36.998 infectados, e Taguatinga, que soma 31.124 notificações.

Números da Covid-19 por região do DF, em 11 de maio de 2021 — Foto: Foto: Secretaria de Saúde do DF (SES-DF)

Números da Covid-19 por região do DF, em 11 de maio de 2021 — Foto: Foto: Secretaria de Saúde do DF (SES-DF)

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Projeto prevê gôndola específica e vigiada para facas em supermercados

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Caso seja aprovada e passe a valer, a lei poderá se chamar Maria Mercês, em homenagem à senhora de 74 anos esfaqueada em um supermercado de Valparaíso (GO), em fevereiro deste ano.

(crédito: Markus Spiske/Unsplash)

O Projeto de Lei 436/21 obriga supermercados e estabelecimentos similares a dispor os produtos perfurocortantes para venda, como facas, em gôndolas separadas, específicas e monitoradas.

A proposta, do deputado Boca Aberta (Pros-PR), tem o objetivo de evitar crimes e acidentes. “A disponibilização de gôndolas exclusivas garantiria a segurança do uso e da comercialização do material pelo consumidor final”, justifica o parlamentar.

Caso seja aprovada e passe a valer, a sugestão de Boca Aberta é que a lei se chame Maria Mercês, em homenagem à senhora de 74 anos esfaqueada em um supermercado de Valparaíso (GO), em fevereiro deste ano.

“O autor teria, sem explicação ou motivo algum, feito uso de uma faca que ele pegou na gôndola e aleatoriamente desferiu o golpe, que veio a ser fatal, nas costas da idosa”, relata Boca Aberta.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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Com 2.311 óbitos em 24h, Brasil ultrapassa 425 mil mortes por covid-19

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Ao registrar mais 72.715 casos confirmados de segunda-feira (10/5) para terça-feira (11), total de infectados pelo novo coronavírus no país chegou a 15.282.705

(crédito: Ed Alves/CB/D.A Press)

O Brasil registrou 2.311 mortes provocadas pela covid-19 nas últimas 24 horas, segundo boletim divulgado nesta terça-feira (11/5) pelo Ministério da Saúde. Com a atualização, subiu para 425.540 o total de óbitos causados pela doença no país. Com mais 72.715 casos, o total de infectados desde o início da pandemia chegou a 15.282.705.

São Paulo ainda aparece com o maior número de óbitos, 101.660, acumulando 3.022.568 de casos,
seguido de Minas Gerais, com 36.122 vidas perdidas e 1.423.717 de diagnósticos positivos, e Rio Grande do Sul, com 26.176 fatalidades e 1.013.486 de registros do novo coronavírus. O Distrito Federal registrou 8.184 mortes e 388.286 pessoas positivas para o vírus até o momento.

 

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