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Saúde

Ministério da Saúde deve ter mais 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca

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Os imunizantes, produzidos pelo Instituto Serum, da Índia, embarcaram na cidade indiana de Mumbai nesta segunda-feira (22/2) e devem chegar ao aeroporto internacional de Guarulhos, em São Paulo, às 6h55 de terça-feira (23/2)

(crédito: ED ALVES)

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), por meio do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), vai receber na terça-feira (23/2) mais dois milhões de doses prontas da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford.
Os imunizantes, produzidos pelo Instituto Serum, da Índia, embarcaram na cidade indiana de Mumbai nesta segunda-feira e devem chegar ao aeroporto internacional de Guarulhos, em São Paulo, às 6h55 de terça-feira. Após os trâmites alfandegários, as doses vão seguir para o Rio de Janeiro em voo da empresa Latam, e desembarcarão no aeroporto internacional do Galeão, na Ilha do Governador (zona norte).
As vacinas serão encaminhadas para Bio-Manguinhos/Fiocruz, onde vão passar por conferência de temperatura e integridade da carga, receberão etiquetas com informações em português e terão amostras encaminhadas para análise de protocolo e liberação pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS/Fiocruz).
O processo acontecerá ao longo do dia e a previsão é de que as doses estejam prontas para distribuição ainda na madrugada de quarta-feira, 24.
A negociação com a AstraZeneca e o Instituto Serum incluiu a aquisição de 12 milhões de vacinas. A primeira carga, de dois milhões de doses, foi entregue ao Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde em 24 de janeiro.
Nesta terça chegam mais dois milhões, e as demais oito milhões de doses serão recebidas ao longo dos próximos dois meses, em cronograma ainda indefinido, segundo a Fiocruz.
A importação de doses prontas da vacina é uma estratégia da Fiocruz paralela à produção de imunizantes com o Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), para acelerar o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19.

 

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Saúde

Um ano depois do primeiro caso de covid-19, Brasil tem 1.327 mortes em 24 horas

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De acordo com o consórcio de imprensa, a média móvel, que contabiliza o número de óbitos da última semana, é de 1.148

(Michel Dantas/Reuters)

O consórcio de veículos de imprensa divulgou um balanço nesta sexta-feira, 26, com os números da pandemia de covid-19 no Brasil, de acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde. O país tem 252.988 óbitos e 10.457.794 casos confirmados da doença. Há exatamente um ano, era confirmado o primeiro caso da doença no país.

O balanço, atualizado às 20 horas, mostra que no período de um dia foram registradas 1.327 vítimas e 63.908 testes reagentes para o coronavírus.

Os dados são compilados pelo consórcio de imprensa que reúne UOL, Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo, O Globo, G1 e Extra.

A média móvel, que contabiliza o número de óbitos da última semana, é de 1.148. A média de casos está em 53.729.

Vacinados nos estados

Segundo o levantamento feito pelo consórcio de imprensa, o Brasil já tem um total de 6.433.345 de doses aplicadas contra a covid-19. Este valor é a soma dos 26 estados mais o Distrito Federal e equivale a 3,04% da população brasileira.

  • AC: 1ª dose – 19.059 (2,13%); 2ª dose – 3.594 (0,40%)
  • AL: 1ª dose – 92.749 (2,77%); 2ª dose – 7.403 (0,22%)
  • AM: 1ª dose – 236.502 (5,62%); 2ª dose – 41.843 (0,99%)
  • *AP: 1ª dose – 24.921 (2,89%); 2ª dose – 2.929 (0,34%)
  • BA: 1ª dose – 430.630 (2,88%); 2ª dose – 96.081 (0,64%)
  • CE: 1ª dose – 218.041 (3,06%); 2ª dose – 85.855 (0,93%)
  • DF: 1ª dose – 130.747 (4,27%); 2ª dose – 43.226 (1,41%)
  • ES: 1ª dose – 118.135 (2,91%); 2ª dose – 21.637 (0,53%)
  • GO: 1ª dose – 188.108 (2,64%); 2ª dose – 39.766 (0,56%)
  • MA: 1º dose – 143.732 (2,02%); 2ª dose – 49.118 (0,69%)
  • MG: 1ª dose – 550.602 (2,59%); 2ª dose – 238.155 (1,12%)
  • MS: 1ª dose – 108.547 (3,86%); 2ª dose – 44.226 (1,57%)
  • MT: 1ª dose – 83.897 (2,38%); 2ª dose – 30.656 (0,87%)
  • PA: 1ª dose – 193.309 (1,60%); 2ª dose – 47.087 (0,54%)
  • PB: 1ª dose – 107.906 (2,67%); 2ª dose – 32.881 (0,81%)
  • PE: 1ª dose – 321.000 (3,34%); 2ª dose – 120.152 (1,25%)
  • PI: 1ª dose – 70.064 (2,14%) ; 2ª dose – 16.630 (0,51%)
  • PR: 1ª dose – 297.611 (2,58%); 2ª dose – 98.438 (0,85%)
  • RJ: 1ª dose – 457.108 (2,63%); 2ª dose – 112.886 (0,65%)
  • RN: 1ª dose – 89.211 (2,52%); 2ª dose – 33.997 (0,96%)
  • RO: 1ª dose – 47.351 (2,64%); 2ª dose – 6.965 (0,39%)
  • RR: 1ª dose – 26.517 (4,20%); 2ª dose – 7.727 (1,22%)
  • RS: 1ª dose – 448.428 (3,93%); 2ª dose – 98.208 (0,86%)
  • SC: 1ª dose – 162.829 (2,25%); 2ª dose – 55.768 (0,77%)
  • SE: 1ª dose – 45.733 (1,97%); 2ª dose – 24.623 (1,06%)
  • SP: 1ª dose – 1.767.780 (3,82%); 2ª dose – 506.167 (1,09%)
  • TO: 1ª dose – 44.028 (2,77%); 2ª dose – 8.408 (0,53%)

SP muda a quarentena

O governo de São Paulo reclassificou as fases da quarentena em todo o estado nesta sexta-feira, 26. O cenário ficou pior em quatro regiões, que passam da fase 3 amarela e regridem para a fase 2 laranja. Neste grupo está a Grande São Paulo, Sorocaba, Registro e Campinas. As medidas começam a valer a partir de segunda-feira, 1° de março.

Com a mudança, o horário de abertura do comércio fica reduzido, passando de até 22 horas para até 20 horas. A capacidade permanece a mesma, com 40%, escolas também ficam abertas. Os bares precisam fechar.

De acordo com o governo, a medida precisou ser adotada para frear o avanço da doença, principalmente pelo alto número de internações, que atingiu o maior valor na quarta-feira, 24, com  6.657 pacientes internados em terapia intensiva. A taxa de ocupação de leitos de UTI está em 70% tanto no estado quanto na capital paulista.

 

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Saúde

Vacina contra covid-19 da Pfizer reduz transmissão após uma dose, diz estudo

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Pesquisadores analisaram resultados de milhares de exames de covid-19 realizados como parte de um monitoramento hospitalar de profissionais de saúde de Cambridge

Pfizer: o estudo e seus resultados ainda têm que passar por uma análise independente da comunidade científica (Justin Tallis/Pool/Getty Images)

Uma única dose da vacina contra covid-19 da Pfizer e da BioNTech reduz o número de infecções assintomáticas e poderia diminuir consideravelmente o risco de transmissão do vírus, mostraram resultados de um estudo britânico nesta sexta-feira.

Pesquisadores analisaram resultados de milhares de exames de covid-19 realizados todas as semanas como parte de um monitoramento hospitalar de profissionais de saúde de Cambridge, no leste da Inglaterra.

“Nossas descobertas mostram uma redução dramática na taxa de exames de monitoramento positivos entre profissionais de saúde assintomáticos após uma única dose da vacina Pfizer-BioNTech”, disse Nick Jones, especialista em doenças infecciosas do Hospital da Universidade de Cambridge que coliderou o estudo.

Depois de separar os resultados de exames de profissionais vacinados e não vacinados, a equipe de Jones descobriu que 0,80% dos exames de profissionais não vacinados deram positivo.

A taxa foi de 0,37% nos exames de profissionais de saúde menos de 12 dias após a vacinação – quando o efeito protetor da vacina ainda não está totalmente estabelecido – e de 0,20% nos exames de profissionais de saúde 12 dias ou mais após a vacinação.

O estudo e seus resultados ainda têm que passar por uma análise independente da comunidade científica, mas foram publicados na internet como documento pré-impressão nesta sexta-feira.

Isto leva a crer em uma redução de quatro vezes no risco de infecções assintomáticas de Covid-19 entre profissionais de saúde que foram vacinados há mais de 12 dias, e 75% de proteção, disse Mike Weekes, especialista em doenças infecciosas do departamento de Medicina da Universidade de Cambridge que coliderou o estudo.

O nível de infecções assintomáticas também foi reduzido pela metade naqueles vacinados há menos de 12 dias, disse ele.

O Reino Unido está realizando inoculações com a vacina da Pfizer e uma da AstraZeneca desde o final de dezembro de 2020.

“Esta é uma ótima notícia: a vacina da Pfizer não só oferece proteção contra a doença do SARS-CoV-2, mas também ajuda a evitar infecções, diminuindo o potencial de o vírus ser passado para outros”, disse Weekes. “Mas temos que nos lembrar que a vacina não dá proteção completa para todos.”

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J&J diz que 2 pessoas tiveram reações graves após vacina contra covid-19

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A afirmação ocorreu durante um painel da FDA nos Estados Unidos, que votará mais tarde se recomenda a autorização da vacina

Vacina contra covid-19 (NurPhoto / Colaborador/Getty Images)

 Um cientista da Johnson & Johnson afirmou nesta sexta-feira que a empresa recebeu relatos preliminares de dois casos de reações alérgicas severas em pessoas que receberam a vacina contra Covid-19 da companhia, incluindo um caso de anafilaxia.

A chefe de desenvolvimento clínico e assuntos médicos da unidade Janssen Pharmaceuticals, dra. Macaya Douoguih, disse que o caso de anafilaxia foi observado em testes em andamento com profissionais de saúde na África do Sul.

Douoguih acrescentou que não há qualquer caso relatado anteriormente de anafilaxia. A afirmação ocorreu durante um painel de consultores especializados da agência de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês), que votará mais tarde se recomenda a autorização da vacina.

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Saúde diz que distribuiu vacina para 100% dos idosos em asilos

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Próxima etapa de vacinação será voltada para o grupo prioritário de idosos com idade entre 80 e 89 anos e trabalhadores de saúde

(crédito: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

O Ministério da Saúde informou nesta quinta-feira (25/2) que concluiu o envio das doses de vacinas necessárias para a imunização contra covid-19 de 100% dos idosos de 60 anos ou mais que vivem em instituições de longa permanência (asilo) e demais idosos acima de 90 anos. A última entrega ocorreu no início do mês de fevereiro para imunizar aproximadamente 895 mil idosos, segundo a pasta. A próxima etapa de vacinação será voltada para o grupo prioritário de idosos com idade entre 80 e 89 anos e trabalhadores de saúde.

De acordo com o Plano Nacional de Imunização (PNI), serão reservadas doses para vacinar 100% dos idosos com idade de 85 a 89 anos; 24% dos idosos de 80 a 84 anos; além de 8% dos trabalhadores da saúde ainda não atendidos. Ontem (24), o Ministério da Saúde iniciou a distribuição de mais 3,2 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 para ampliar a vacinação no Brasil entre o fim de fevereiro e o início de março de 2021. Todos os estados e o Distrito Federal começam a receber 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford, importadas da Índia, e 1,2 milhão de doses do imunizante do Instituto Butantan. As doses são enviadas pelo Ministério da Saúde aos estados, que são responsáveis pela distribuição aos municípios para que organizem a estratégia de aplicação das vacinas.

Indígenas

O Ministério da Saúde também disse já ter enviado doses para vacinar 100% dos indígenas acima de 18 anos que vivem em terras indígenas. A estimativa é vacinar cerca de 413 mil indígenas desse público nesta primeira etapa.

“A priorização da população indígena justifica-se por critérios epidemiológicos, modo de vida coletivo e dificuldades geográficas para acesso aos serviços de saúde, sendo necessário que a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) percorra longas distâncias por vias fluvial, terrestre e aérea para atender a esta população. Os demais brasileiros, assim como os indígenas que vivem em contexto urbano ou rural em municípios, serão imunizados pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, nas demais fases de vacinação do plano, podendo entrar nos demais grupos prioritários”, informou a pasta.

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Pazuello diz que transferência é opção para UTIs lotadas, mas conselho de secretários alerta que ‘todo mundo está no limite’

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Ministro fez pronunciamento ao lado de representante dos conselhos de secretários de saúde.

Ministro da Saúde, o general Eduardo Pazuello, tem criticado os laboratórios por solicitarem a isenção de responsabilidade — Foto: Reuters

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse nesta quinta-feira (25) que a remoção de pacientes entre estados que enfrentam lotação de unidades de terapia intensiva (UTI) será uma das estratégias usadas para enfrentar o que ele chamou de “nova etapa” da pandemia de Covid-19 marcada pelo alastramento da variante descoberta em Manaus.

Pazuello fez a declaração após reunião com os conselhos de secretários de saúde. Contra o atual aumento de casos, Pazuello disse vai atuar com “atendimento imediato na unidade básica de saúde”, “estruturação em capacidade de leitos” e “vacinação”.

“Uma das estratégias com relação a leitos é a utilização de leitos de forma remota. São remoções.” – Eduardo Pazuello

O ministro não deu detalhes sobre as remoções, e não respondeu perguntas de jornalistas após o pronunciamento. Pazuello disse que Carlos Lula, presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass), falaria mais sobre o tema.

Em sua fala, Lula não detalhou as remoções, mas disse que há alta ocupação em Santa Catarina, Tocantins, Rondônia, Rio Grande do Sul, Bahia, Ceará, Paraíba, Maranhão e Sergipe.

“A gente termina a contabilidade tendo feito o transporte de mais de 600 pacientes do Amazonas para outros estados. E mais de 60 de Rondônia. Hoje a gente já teria dificuldade bem maior de fazer esse transporte porque todo mundo está no seu limite. Quase todo o brasil recebeu pacientes do Amazonas” – Carlos Lula, presidente do Conass

Agravamento da situação no país

Pazuello afirmou que o governo observava uma situação de “estabilidade” no número de mortes e casos em outubro e novembro, e esperava que a chegada da vacina pudesse manter e baixar as taxas da Covid no país. Entretanto, ele afirma que a nova cepa descoberta em Manaus tem contaminado 3 vezes mais rápido e se espalha pelos estados.

“Observa-se que começou a aumentar o oeste do Pará, Belém, capitais como Fortaleza, João Pessoa. (…) Você vê Goiás impactado, Chapecó, varias cidades do país focais subindo”, disse Pazuello. “E a velocidade com que isso acontece em pontos focais pode surpreender o gestor em termos de estrutura de apoio de estrutura.”

Após a reunião, entidades disseram que houve acordo para que o Ministério da Saúde faça o pagamento mensal dos leitos e faça o aporte de R$ 500 milhões para fortalecer unidades de saúde e equipes de saúde da família.

“Hoje demos um passo importante para financiamento dos leitos. A regulação que a gente tinha no ano passado levou a redução dos leitos em janeiro e fevereiro. Tivemos redução dos leitos com diárias pagas com ministério. Mudamos essa formulação, agora será mensal ,não será mais a posteriori”, explicou o presidente do Conass.

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“Temos sido muito duros, e eles têm sido mais”, diz Pazuello sobre Pfizer

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Segundo o ministro da Saúde, a pressão por parte do governo para que a farmacêutica afrouxe as cláusulas não tem surtido resultado. Por isso, a pasta aguarda lei para flexibilizar responsabilidade do governo em relação a eventuais efeitos colaterais

(crédito: AFP / JACK GUEZ)

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou, nesta quarta-feira (24/2), que aguarda a flexibilização de leis para poder comprar a vacina contra a covid-19 produzida pela Pfizer/BioNTech, que teve o registro definitivo aprovado no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na última terça-feira (23). O Ministério da Saúde questiona cláusulas, como isenção de responsabilidade sobre efeitos colaterais por parte da farmacêutica, e por isso diz que ainda não foi possível adquirir o imunizante.

Nós estamos negociando com os laboratórios, basicamente os americanos, com a Pfizer e Janssen, já há seis meses, e essas negociações implicam em discussões das cláusulas exigidas. Nós temos sido muito duros e eles têm sido mais duros do que a gente. Eles não afrouxam uma vírgula. Nós levamos o problema ao governo e o governo está tratando isso junto ao Congresso, e está se discutindo a possibilidade de termos flexibilização de lei para isso”, informou o general, durante coletiva de imprensa realizada durante visita do gestor ao Acre.

As informações foram ditas pelo ministro em visita ao Acre ao lado de outros ministros e do presidente da República, Jair Bolsonaro, que complementou reforçando a cláusula do contrato com a Pfizer que a isenta de responsabilização.

“Uma coisa de extrema responsabilidade quem por ventura no Brasil tiver que dar a palavra final. Se sou eu como presidente, se é parlamento derrubando possível veto ou se é o Supremo Tribunal Federal(STF). Agora, todas as cláusulas serão mostradas à população para que, na ponta da linha, cada um saiba o que está sendo aplicado”, afirmou Bolsonaro.

Questões legislativas brasileiras

Segundo a Pfizer, as cláusulas apresentadas ao governo brasileiro “estão em linha com os acordos fechados em outros países do mundo, inclusive na América Latina”. O imunizante da farmacêutica já é aplicado em diversos países, como Estados Unidos, Canadá, Israel e Chile. A farmacêutica atribui o impasse a questões legislativas brasileiras. Em comunicado, a Pfizer admite que, ao longo das negociações, “ficou claro que é necessária uma adequação legislativa para que o país tenha, assim como outros países, um amplo acesso às vacinas”.

Pazuello afirmou que “se vier uma autorização clara”, que flexibilize as cláusulas, irá comprar os imunizantes da Pfizer e da Janssen. No âmbito do Congresso Nacional, parlamentares têm atuado para que o Brasil passe a aplicar a vacina da Pfizer, buscando soluções em relação às cláusulas. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), apresentou um projeto de lei na última terça-feira (23) que permite que a União assuma os riscos, com a intenção de solucionar os entraves relativos à cláusula que não está sendo aceita pelo Palácio do Planalto.

A proposta abre margens para que o poder público assuma riscos de ser responsabilizado por eventuais efeitos negativos provocados por vacinas contra a covid-19. A medida valeria enquanto durar a emergência em saúde pública nacional em razão da pandemia e só serviria de subsídio para iniciativas que receberem o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), como é o caso da Pfizer, primeira farmacêutica a ter o registro definitivo de uma vacina contra a covid-19 no Brasil.

 

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