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Facebook melhora recursos para pais monitorarem filhos no Messenger Kids

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Os novos recursos incluirão acesso para os pais verem o histórico de conversas de seus filhos

Facebook: aplicativo Messenger Kids tinha falhas que permitia a crianças falarem com estranhos (Chesnot / Colaborador/Getty Images)

Reuters – O Facebook anunciou nesta terça-feira (4) que planeja adicionar novas ferramentas e recursos para o recurso de controle parental em seu aplicativo Messenger Kids, meses após surgirem dúvidas sobre a proteção da privacidade em aplicativos para crianças.

Os novos recursos incluirão acesso para os pais verem o histórico de conversas de seus filhos e permitirão que eles monitorem as contas bloqueadas ou desbloqueadas no aplicativo, informou a empresa.

Os pais também podem ver as fotos ou vídeos mais recentes enviados e recebidos no aplicativo e podem excluí-los, se necessário, acrescentou o Facebook.

Em agosto, o Facebook reconheceu uma falha no Messenger Kids que permitia que milhares de crianças participassem de conversas em grupo nas quais nem todos os membros eram aprovados pelos pais.

O Facebook está sendo monitorado por vários governos sobre segurança infantil em seu conjunto de aplicativos, especialmente desde que anunciou seu plano de estender a criptografia de ponta a ponta em seus serviços de mensagens no ano passado.

Os legisladores alertam que a criptografia forte os impede de acessar evidências de abuso infantil, protegendo predadores.

O Facebook não informou se o Messenger Kids será incluído no plano de criptografia.

A empresa disse nesta terça-feira que também informará os usuários do Messenger Kids sobre os tipos de informações que outros podem ver sobre eles

 

 

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Procuradores pedem que Facebook proíba Instagram para crianças nos EUA

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“O uso das redes sociais pode ser prejudicial à saúde e ao bem-estar das crianças”, afirmaram as autoridades em carta

(Valera Golovniov/SOPA Images/LightRocket via Getty Images/Getty Images).

Um grupo de 40 procuradores-gerais de Estados norte-americanos pediu nesta segunda-feira que o presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, abandone os planos de lançar uma versão do Instagram para crianças menores de 13 anos.

“O uso das redes sociais pode ser prejudicial à saúde e ao bem-estar das crianças, que não estão preparadas para enfrentar os desafios de ter uma conta nas redes sociais”, afirmaram as autoridades em carta, também assinada pelos procuradores-gerais do Distrito de Columbia e três territórios dos EUA.

“Além disso, o Facebook tem falhado historicamente em proteger o bem-estar das crianças em suas plataformas.”

Um porta-voz do Facebook não fez um comentário imediato.

A carta bipartidária, assinada pelos procuradores-gerais de Nova York, Texas, Califórnia, Massachusetts, Nebraska, Michigan, Ohio, Utah, Vermont e Kentucky e outros, disse que “parece que o Facebook não está respondendo a uma necessidade, mas sim criando uma, já que esta plataforma atrai principalmente crianças que, de outra forma, não têm ou não teriam uma conta no Instagram.”

A carta traz que relatos da mídia de 2019 mostraram que o aplicativo Messenger Kids do Facebook, destinado a crianças entre 6 e 12 anos, “continha uma falha de design significativa que permitia que elas contornassem as restrições às interações online e participassem de chats com grupos com estranhos que não haviam sido aprovados previamente pelos pais das crianças.”

No mês passado, a Campanha por uma Infância Livre de Anúncios também pediu a Zuckerberg para não criar uma versão do Instagram para crianças menores, dizendo que isso as colocaria em “grande risco”.

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Apple omitiu vulnerabilidade que afetou 128 milhões de iPhones

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O caso ocorrido em 2015 foi descoberto em emails anexados no processo movido pela Epic Games

E-mails do processo da Epic Games mostram a chefia da Apple discutindo como lidar com um hack de 2015 do iOS. A empresa nunca notificou diretamente os usuários afetados (Rafael Henrique/Getty Images)

A Apple tem como mote promover que a garantia de privacidade em seus dispositivos é um diferencial frente aos concorrentes — diga-se smartphones que rodam Android. No entanto, em setembro de 2015, executivos da Apple tinha um dilema em mãos: deveriam ou não notificar 128 milhões de usuários do iPhone sobre a maior vulnerabilidade do iOS já registrada?

Como a história conta, eles negligenciaram a questão. Mas, para entender o que estava em jogo, eis o que ocorreu: na época, pesquisadores descobriram 40 aplicativos maliciosos na App Store, a loja de aplicativos do iPhone e iPad. Em uma análise mais profunda, esse número chegou em 4 000. Aferiu-se então que os aplicativos continham códigos que tornavam os dispositivos parte de uma grande rede que roubava informações confidenciais do usuário.

Mas, segundo emails que foram anexados pela empresa em sua defesa no processo pleiteado pela Epic Games, e que foram analisados pelos sites Wired e Ars Technica, na tarde de 21 de setembro de 2015, os gerentes da Apple souberam que os aplicativos maliciosos foram baixados num total de 203 milhões de vezes e por 128 milhões de usuários do mundo todo e fizeram pouco caso.

“Devido ao grande número de clientes potencialmente afetados, queremos enviar um e-mail para todos eles?” escreveu o vice-presidente da App Store, Matthew Fischer, para o presidente sênior de marketing mundial da Apple, Greg Joswiak, e ao pessoal de relações públicas da Apple, Tom Neumayr e Christine Monaghan.

No email, o executivo demonstrou preocupações com a localização de idioma do aviso, e citou o Brasil como exemplo: “Não gostaríamos de enviar um e-mail em inglês para um cliente que baixou um ou mais desses aplicativos da App Store brasileira, onde o português seria o idioma mais apropriado”.

Cerca de 10 horas depois, Dale Bagwell do setor de experiência do cliente retorna um email sobre a logística de notificar todos os 128 milhões de usuários afetados, localizar notificações para o idioma de cada usuário e “incluir com precisão os nomes dos aplicativos para cada cliente”. No entanto, o plano nunca foi posto em prática. A única coisa que a empresa fez foi listar, por meio de um post no site da companhia, que os 25 apps mais baixados entre os maliciosos deveriam ser atualizados.

Segundo o que foi levantado na época pela Apple, a vulnerabilidade foi causada por desenvolvedores que usaram uma cópia pirata do software Xcode, a ferramenta de programação da Apple. A versão vinda do mercado negro apelidada de XcodeGhost inseriu um código malicioso ao lado de funções normais dos aplicativos. A partir daí, os apps fizeram com que os iPhones enviassem dados do aparelho para um servidor localizado supostamente na China.

“Algumas coisas não devem ser compartilhadas. O iPhone ajuda a mantê-lo assim”, anunciava a Apple em um comercial de 2020. Parece que nem sempre é assim.

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Quer comprar um Playstation 5? Talvez tenha que esperar até 2022

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Executivo diz que estoque do console pode não ser suficiente; nova versão pode surgir com mudanças

Demanda: nem mesmo as quase 15 milhões de unidades previstas para 2021 podem ser suficientes (PlayStation/Divulgação)

Você pode até tentar comprar um Playstation 5, só que dificilmente conseguirá até o ano que vem. Isso porque o estoque de 14,8 milhões de unidades poderá ser insuficiente para os próximos meses – quem afirma é Hiroki Totoki, diretor financeiro da Sony, à Bloomberg. E a culpada é da falta dos componentes eletrônicos que também parou fábricas de automóveis por aqui.

Apresentado há seis meses, o fabricante já tinha problemas para atender a demanda pelo console desde antes do agravamento da escassez de peças. Tanto que o próprio diretor executivo da Sony Interactive Entertainment, Jim Ryan, comentou em entrevistas a possibilidade de aumentar a produção. Também é possível a terceirização de fornecedores e a mudança do projeto.

Foram vendidas 7,8 milhões de unidades desde o lançamento até março deste ano – sendo 3,3 milhões de unidades em 2021. Com isso, o modelo superou o Playstation 4, que, no mesmo período à época da apresentação, teve 7,6 milhões de unidades comercializadas. E o resultado foi o lucro recorde de 342,2 bilhões de ienes (cerca de 16,4 bilhões de reais) ao fim do ano fiscal.

De acordo com o site DigiTimes, o Playstation 5 poderá ganhar uma nova versão com processador de 6 nm personalizado da AMD. Mas é pouco provável que haja mudanças no desenho, a exemplo de opções menores lançadas no passado, já que o foco do fabricante será atualizar o hardware – os componentes físicos do console. E, por ora, a previsão é que apareça em 2022.

 

Por aqui, o videogame tem preço sugerido de 4.199 reais, enquanto, nos Estados Unidos, parte dos 399 dólares na versão digital, equivalente a 2.086 reais – mesmo na versão mais cara, com leitor de disco, sai a 499 dólares, o que dá 2.609 reais na conversão direta. E, no Brasil, há relatos de varejistas com preços ainda mais altos, como a Amazon, que anunciou por 6.499 reais.

O fabricante diz que o preço do console continua igual. Porém, houve reajuste na assinatura do serviço Playstation Plus, que permite disputar partidas online, receber descontos e novos jogos. Sendo assim, o usuário poderá pagar até 34% mais, dependendo do plano: mensal, 34,90 reais; trimestral, 84,90 reais; e anual, de 199,90 reais (eram 25,90; 64,90; 149,90, respectivamente).

A empresa afirma que a alteração dos valores se deve às “condições de mercado” e que essa mudança foi necessária para continuar fornecendo o serviço com os padrões atuais. E, frente à cobrança no mercado norte-americano, os brasileiros têm vantagem, já que, por lá, o plano anual sai a 60 dólares, equivalente a pouco mais de 310 reais na conversão atual.

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Leilão do 5G pode ocorrer em julho e não vai priorizar arrecadação, diz ministro

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Segundo ministro das Comunicações, os ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) estão avaliando o edital, que foi aprovado no fim de fevereiro pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel)

(crédito: Informação e Comunicação Tecnológica: Freio nos estudos e licitação para implementação da tecnologia 5G no país e estudos de nanotecnologia aplicada. (Fonte: Conexis Brasil Digital))

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, disse esperar que o leilão do 5G possa ocorrer ainda no mês de julho deste ano. Segundo ele, os ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) estão avaliando o edital, que foi aprovado no fim de fevereiro pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
“Espero que o ministro Raimundo Carreiro (relator do edital do 5G no TCU) nas próximas semanas consiga levar o edital para o plenário do TCU”, afirmou, em live realizada pela Conexis, que reúne as maiores operadoras do País.
Segundo o ministro, uma vez aprovado pela corte de contas, o edital deverá voltar para receber o aval final da Anatel. Essa fase deve durar em torno de 40 dias, disse ele.
Faria frisou que o leilão não vai priorizar a arrecadação, mas sim a realização de investimentos pelas teles para ampliar a conectividade. Entre as obrigações impostas estão a implantação do 4G em cerca de duas mil localidades acima de 600 habitantes e em quase 50 mil quilômetros de rodovias federais.
O ministro citou ainda o Programa Amazônia Integrada e Sustentável (PAIS), que pretende conectar regiões isoladas do País por meio de fibra óptica, e uma rede de comunicações exclusiva para órgãos públicos no Distrito Federal e de todo o País.
“Um leilão arrecadatório é muito melhor para o setor, para as empresas que estão investindo em telecomunicações e para que possamos levar infraestrutura ao País”, disse o ministro. “Conversamos com vários embaixadores e eles nos falaram que quase todos os países que estão fazendo o leilão 5G também estão prevendo uma rede privativa para separar o público e o privado”, acrescentou.
Na quarta-feira, 5, o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) revelou que o governo está decidido a limitar o bônus de outorga do 5G a no máximo 10% do valor da faixa. Cálculos enviados ao TCU apontam que a frequência foi valorada em R$ 44 bilhões, montante que seria cobrado das teles caso o governo não impusesse nenhum investimento como contrapartida. Nesse cenário, as empresas teriam que pagar no máximo R$ 4,4 bilhões pela frequência no leilão.
O ministro afirmou que cerca de 40 milhões de pessoas não têm acesso à internet atualmente no Brasil, mais do que a população de países como Portugal e Israel. “Quanto mais conseguirmos elevar infraestrutura e aumentar conectividade, mais atrairemos investimentos estrangeiros e o ambiente de negócios”, afirmou.
Faria disse ainda que a nova lei de antenas vai facilitar a expansão do sinal 5G no País, ao liberar a maioria delas das exigências de obtenção de licenciamento ambiental. “Acredito que 90% das novas antenas de 5G poderão ser categorizadas como infraestrutura de pequeno porte, o que vai acelerar sua implantação no Brasil”, disse.
Sobre reforma tributária, o ministro disse estar otimista com relação à proposta. “O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), dividiu a reforma tributária em cinco fases e acredito que teremos cinco relatores. Serão cinco relatores diferentes, antigamente era um só, e vamos começar da mais fácil para a mais complicada”, afirmou.
Faria reconheceu que o setor de telecomunicações tem uma carga tributária elevada e que chega a 50%. “São pontos que vamos ter que trabalhar junto com o Congresso. O Congresso sempre houve setores, é um congresso reformista, mas também justo.”
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Spotify aumenta preços de planos Premium no Brasil; veja valores

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Serviço de streaming avisou assinantes sobre mudanças nesta segunda-feira, 26; veja novos preços do Spotify Premium

Spotify: Todos os usuários de contas Premium estão sendo notificados por e-mail sobre as mudanças nos valores de pagamento (Mustafa Ciftci/Anadolu Agency/Getty Images)

O Spotify anunciou nesta segunda-feira, 26, o aumento dos preços dos planos Premium do streaming. Os usuários de contas Premium Individual, Duo, Família e Universitário continuam pagando os valores atuais até julho de 2021, quando o ajuste será efetivado.

Novos assinantes de qualquer um dos planos a partir de hoje já serão cobrados de acordo com a tabela atualizada de preços no primeiro pagamento, já que todas as opções incluem um mês grátis ao assinar.

Todos os usuários de contas Premium do Spotify estão sendo notificados por e-mail sobre as mudanças nos valores de pagamento. A empresa informou no comunicado que os reajustes permitirão que o serviço continue “trazendo novos conteúdos e recursos”.

Usuários do Spotify no Reino Unido e outros países europeus também estão recebendo e-mails informando sobre a decisão.

Confira os novos preços do Spotify:

  • Premium Universitário: de R$ 8,50 para R$ 9,90
  • Premium Individual: de R$ 16,90 para R$ 19,90
  • Premium Duo: de R$ 21,90 para R$ 24,90
  • Premium Família: de R$ 26,90 para R$ 34,90

O serviço de streaming também anunciou uma novidade em parceria com o Facebook. Trata-se de um miniplayer, chamada de Boombox, que permite aos ouvintes aproveitar áudio do Spotify dentro do Facebook, sem precisar trocar de app.

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Receita da Alphabet, dona do Google, cresce 34%, e bate US$ 55,3 bilhões

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O destaque no balanço de primeiro trimestre da big tech foi a redução de perdas com o serviço de nuvem

Empresa viu a receita crescer junto da retomada de empresas que investiram em anúncios digitais (SOPA Images/Getty Images)

A Alphabet, grupo que detém a gigante de tecnologia Google, divulgou nesta quarta-feira, 27, o balanço do primeiro trimestre mostrando um faturamento 34% maior do que a visto no mesmo período de 2020. A companhia de Mountain View terminou o primeiro período com receita de 55,3 bilhões e lucro por ação (LPA) em US$ 26,29.

Para os acionistas, os números são excelentes. A alta nas ações superaram as expectativas que circulavam em 15,82 dólares por ação, e possibilitaram que a empresa fizesse uma recompra de ações na casa dos 50 bilhões de dólares.

“No ano passado, as pessoas recorreram ao Google para se manterem informadas, conectadas e entretidas”, disse o CEO da empresa, Sundar Pichai, em comunicado nesta quarta-feira.

E sem dúvidas, é fato que o Google nadou de braçada no novo momento digital, que tem a retomada de investimentos empresariais amparados em marketing via anúncios feitos nos serviços da Alphabet. A receita do serviço de vídeos YouTube, braço de entretenimento da empresa, é um bom exemplo: cresceu, tendo alta anual de 49% e alcançando 6 bilhões de dólares.

Armazenamento na nuvem ganha folego

O serviço de nuvem, que teve seus resultados apresentados isoladamente pela primeira vez no ano passado, havia registrado uma perda total de 5,6 bilhões de dólares durante o ano fiscal de 2020 e de 1,24 bilhão de dólares no quarto trimestre daquele ano.

Contudo, parece que a pandemia também impulsionou o combalido serviço: a redução das perdas com a nuvem caiu de 1,7 bilhões de dólares para 974 milhões de dólares, na comparação entre os primeiros trimestres de 2020 e 2021. “Nossos serviços de nuvem estão ajudando empresas, grandes e pequenas, a acelerar suas transformações digitais”, justificou Pichai.

E algumas das transformações ocorridas no último ano, como mais reuniões digitais ou consultas médicas virtuais, provavelmente permanecerão e fortalecerão as fontes de receita da gigante.

No entanto, existem obstáculos, incluindo a possibilidade de maior regulamentação e o desejo do governo Biden de aumentar os impostos corporativos e sobre ganhos de capital.

 

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