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Saúde

DF vacinou pouco mais da metade das crianças contra poliomielite

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Até a última sexta-feira (13), o Distrito Federal havia vacinado apenas 51,8% do público-alvo da campanha contra a poliomielite. A meta, estabelecida pelo Ministério da Saúde, é imunizar 95% das crianças com idade entre um ano e cinco anos.

Segundo a Secretaria de Saúde do DF, a vacina – que é gratuita – está disponível em 135 postos, abertos diariamente. No entanto, somente 83.685 crianças, das 160 mil que estão na faixa etária, foram imunizadas.

A campanha de vacinação contra a poliomielite continua até o dia 27 de novembro. Desde 1987, o Distrito Federal não registra casos de poliomielite, no entanto, a cobertura vacinal é fundamental para que a doença não volte.

A área técnica de imunização da Secretaria de Saúde alerta que quando há um número muito grande de pessoas sem vacina, elas podem formar “bolsões” que possibilitam a reintrodução do poliovírus (saiba mais abaixo). A enfermeira Ligiane Seles explica que as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) estão preparadas para atender com toda segurança necessária durante a pandemia do novo coronavírus.

“Quem ainda não procurou uma sala de vacina, orientamos que procure para que possamos alcançar uma cobertura melhor de vacinação no DF”, diz Ligiane.

Vacinas contra a poliomielite — Foto: TV Globo/ Reprodução

Vacinas contra a poliomielite — Foto: TV Globo/ Reprodução

Cobertura vacinal

A cobertura vacinal no Distrito Federal, segundo a Secretaria de Saúde, é maior na faixa etária de dois a três anos incompletos. As regiões Oeste e Sul foram as que mais vacinaram.

Por idade

  • Entre 2 e 3 anos: 55,2% vacinados
  • Entre 3 e 4 anos: 52,9% vacinados

Por região

  • Região de Saúde Oeste: 17.444 vacinados (59,9% do público)
  • Região de Saúde Sul: 9.660 vacinados (59,6% do público-alvo)

O que é a poliomielite?

Milhares de crianças dos EUA foram vitimadas pela pólio nos séculos 19 e 20 — Foto: Getty Images via BBC

Milhares de crianças dos EUA foram vitimadas pela pólio nos séculos 19 e 20 — Foto: Getty Images via BBC

A poliomielite, também conhecida por paralisia infantil, é uma doença contagiosa aguda causada pelo poliovírus, que pode infectar crianças e adultos por meio do contato direto com fezes ou com secreções eliminadas pela boca das pessoas doentes e provocar ou não paralisia.

A vacinação tem estratégias diferenciadas para as crianças menores de um ano e para aquelas na faixa etária de 1 a 4 anos de idade. Todas as crianças menores de 5 anos deverão comparecer às salas de vacinas para receber uma dose contra poliomielite.

A depender do esquema vacinal registrado na caderneta, a criança poderá receber a Vacina Oral Poliomielite (VOP), como dose de reforço ou dose extra, ou a Vacina Inativada Poliomielite (VIP), como dose de rotina.

Multivacinação e calendário

Pessoa faz anotação em carteira de vacinação, em imagem de arquivo — Foto: TV Globo/ Reprodução

Pessoa faz anotação em carteira de vacinação, em imagem de arquivo — Foto: TV Globo/ Reprodução

A Campanha de multivacinação consiste na atualização da caderneta de vacinação. Crianças e adolescentes de zero a 15 anos devem comparecer às salas de vacina para ter o cartão verificado pelas equipes, e receber as doses que estão em falta.

No Brasil, há 18 vacinas oferecidas às crianças e adolescentes, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), conforme o Calendário Nacional de Vacinação:

  1. BCG: Protege contra formas graves de tuberculose, meníngea e miliar. A vacina é composta por uma bactéria viva atenuada e deve ser administrada uma dose única ao nascer.
  2. Hepatite B: Imuniza contra a hepatite B. É composta por antígeno recombinante de superfície do vírus purificado. Deve ser administrada, por via intramuscular, uma dose ao nascer, o mais precocemente possível, nas primeiras 24 horas, preferencialmente nas primeiras 12 horas após o nascimento, ainda na maternidade.
  3. DTP+Hib+HB (Penta): Vacina utilizada no combate à difteria, tétano, coqueluche, Haemophilus influenzae B e hepatite B. Devem ser administradas, por via intramuscular, três doses, aos dois, quatro e seis meses de idade, com intervalo de 60 dias entre as doses, mínimo de 30 dias.
  4. Poliomielite 1,2,3 (VIP – inativada): Administrada em três doses e é composta pelo vírus inativado tipos 1, 2, e 3 no combate à poliomielite. A primeira dose dever ser administrada aos dois meses, a segunda aos quatro meses e a terceira dose aos seis meses de vida da criança. A orientação é aplicar injeção em intervalo máximo de 60 dias e o mínimo de 30 entre uma e outra por via intramuscular.
  5. Pneumocócica 10 valente (Pncc 10): Vacina administrada no combate à Pneumonias, Meningites, Otites e Sinusites pelos sorotipos que compõem a vacina. O esquema vacinal consiste na administração de duas doses e um reforço. A primeira deve ser administrada aos dois meses de idade, a segunda aos quatro e o reforço aos 12 meses. A administração é realizada por via intramuscular.
  6. Rotavírus humano G1P1 (VRH): Protege contra a diarréia causada pelo rotavírus. Devem ser administradas duas doses, aos dois e quatro meses de idade, por via oral.
  7. Meningocócica C (conjugada): Protege contra a meningite meningocócica tipo C. Devem ser administradas, por via intramuscular, duas doses, aos três e cinco meses de idade e um reforço aos 12 meses.
  8. Febre Amarela (Atenuada): Protege contra a febre amarela. Deve ser administrada, por via subcutânea, uma dose aos nove meses de vida e uma dose de reforço aos quatro anos de idade.
  9. Poliomielite 1 e 3 (VOP – atenuada): Protege contra o poliovírus tipo 1 e 3 e, é administrada como reforço, por via oral, sendo o primeiro realizado aos 15 meses e o segundo aos quatro anos de idade.
  10. Difteria, Tétano, Pertussis (DTP): Protege contra a difteria, tétano e a coqueluche e é administrada como reforço, por via intramuscular, sendo o primeiro realizado aos 15 meses e o segundo aos quatro anos de idade.
  11. Sarampo, Caxumba, Rubéola (SCR): Composta pelo vírus vivo atenuado do sarampo, caxum-ba e rubéola. A primeira dose deve ser administrada, por via subcutânea, aos 12 meses de idade e o esquema de vacinação deve ser completado com a administração da vacina tetra viral aos 15 meses de idade (corresponde à segunda dose da vacina tríplice viral e à primeira dose da vacina varicela).
  12. Sarampo, Caxumba, Rubéola, Varicela (SCRV): Vacina composta pelo vírus vivo atenuado do sarampo, caxumba, rubéola e varicela. Corresponde a segunda dose da vacina tríplice viral e deve ser administrada aos 15 meses de idade por via subcutânea.
  13. Hepatite A (HA): Combate a doença de mesmo nome é um antígeno do vírus da hepatite A, inativada. Deve ser administrada uma dose aos 15 meses de idade por via intramuscular.
  14. Varicela: Composta do vírus vivo atenuado da varicela. Deve ser administrada, por via subcutânea, uma dose aos quatro anos de idade. Corresponde à segunda dose da vacina varicela, considerando a dose de tetra viral aos 15 meses de idade.
  15. Diftéria, Tétano (DT): Potege contra a diftéria e tétano. Deve ser administrada, por via intramuscular, a partir de sete anos de idade. Se a pessoa estiver com esquema vacinal com-pleto (três doses) para difteria e tétano, administrar uma dose a cada 10 anos após a última dose.
  16. Papilomavírus humano (HPV): Responsável por combater o Papilomavírus Humano 6, 11, 16 e 18 (recombinante). Devem ser administradas, por via intramuscular, duas doses, com intervalo de seis meses entre as doses, nas meninas de 9 a 14 anos de idade (14 anos, 11 meses e 29 dias) e nos meninos de 11 a 14 anos de idade (14 anos, 11 meses e 29 dias).
  17. Pneumocócica 23-valente (Pncc 23): Indicada no combate à Meningites bacterianas, Pneumonias, Sinusite etc. Deve ser administrada, por via intramuscular, uma dose em todos os indígenas a partir de cinco anos de idade sem comprovação vacinal com as vacinas pneumocócicas conjugadas.
  18. Influenza: Protege contra a influenza. Deve ser administrada, por via intramuscular, uma ou duas doses durante a Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza, conforme os grupos prioritários definidos no Informe da Campanha.
 

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Saúde

Governo, Estados e Anvisa intensificam conversas sobre compra da Sputnik V

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União Química apresentou na semana passada o primeiro lote da vacina produzida 100% em território nacional; no entanto, ainda não há autorização para o uso emergencial do imunizante no Brasil

Representantes estaduais se encontraram com diretores da Anvisa e cobraram agilidade no processo de aprovação

Governadores voltam a se reunir nesta quarta-feira, 6, com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para estabelecer ações que viabilizem a importação da Sputnik V. Esta terça-feira foi um dia de movimentações para tratativas da liberação do imunizante russo. Ao todo, 12 representantes estaduais se encontraram com diretores da agência e cobraram agilidade no processo de aprovação. Para alguns governadores, a Anvisa tem travado a compra por questões burocráticas. Rui Costa, da Bahia, disse que falta consideração, por parte da agência, com a vida humana. O governador do Piauí, Wellington Dias, destacou a importância da aprovação do imunizante. “A decisão da Anvisa é que garante que a gente tenha condição de em abril ter vacinas da Sputnik V nesse contrato com os Estados e o Ministério da Saúde.”

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que conversou por telefone com o presidente russo Vladimir Putin para tratar da compra da Sputnik V. “Acabei de receber um telefone do presidente Putin, um dos assuntos mais importantes que tratamos aqui é a possibilidade de nós virmos a receber a vacina Sputnik daquele país. Se Deus quiser, brevemente, estaremos resolvendo essa questão da vacina Sputnik. No momento, agradeço o presidente Putin pela maneira que tratou esse assunto com o Brasil”, disse.

O presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, reiterou que vai enviar uma equipe para inspecionar as instalações e condições de produção da vacina. Ele frisou a importância da viagem, mas não disse que seria determinante para liberação da importação. “A visita à Rússia esclarece pontos, busca esclarecer pontos fundamentais. Existem possibilidades de importação excepcional, mas fazem parte de vários dentes dessa engrenagem. Então com certeza essa visita vai ser muito esclarecedora.” A União Química apresentou na semana passada o primeiro lote da vacina produzida 100% em território nacional. No entanto, ainda não há autorização para o uso emergencial do imunizante. O pedido já foi feito pela empresa e segue aguardando o aval da Anvisa.

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CoronaVac é eficaz contra variante brasileira do coronavírus, mostra estudo

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Pesquisa do grupo Vebra Covid-19 contou com a participação de 67.718 trabalhadores de saúde de Manaus, um dos locais onde a nova cepa é predominante

Expectativa é manter a pesquisa para avaliar a eficácia da vacina após 14 dias da segunda aplicação

A vacina CoronaVac é eficaz contra a variante P.1 do coronavírus, descoberta em Manaus, no Amazonas. Dados divulgados nesta quarta-feira, 7, apontam que a vacina demonstrou eficácia de 50% para prevenir o adoecimento dos imunizados após 14 dias da primeira dose do composto. O estudo do grupo Vebra Covid-19 contou com a participação de 67.718 trabalhadores de saúde moradores da capital amazonense, um dos locais onde a nova cepa é predominante. Segundo os pesquisadores, os resultados são “encorajadores”, pois mostram que redução do risco de doença mesmo em cenários com prevalência da variante brasileira.

A descoberta acontece em um momento que outros países da América do Sul começam a registrar casos da P.1. No Peru, a cepa é responsável por cerca de 40% das novas infecções em Lima; no Uruguai o índice é de 30% entre os novos casos registrados, enquanto o Paraguai a incidência chega a 50%. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), outras nações do mundo já registraram a variante brasileira, como Estados Unidos, Japão, México, Reino Unido, Espanha, Itália, França e Índia, o que demonstra a importância da eficácia do imunizante também para outros países. “Esses achados apoiam o uso contínuo dessa vacina [CoronaVac] no Brasil e em outros países com a circulação da mesma variante”, afirmam os pesquisadores em nota.

Agora, a expectativa do grupo é manter a pesquisa para avaliar a eficácia da vacina, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a Sinovac, após 14 dias da segunda aplicação. Estudos para mensurar a efetividade da CoronaVac, assim como do imunizante da AstraZeneca/Oxford, em idosos também serão realizados em Manaus, Campo Grande, São Paulo e no Estado de São Paulo. O grupo Vebra Covid-19, responsável pela análise, envolve pesquisadores de nacionais e internacionais, servidores da secretaria de saúde do Estado do Amazonas e de São Paulo e também de da secretária de saúde de Manaus e da capital paulista.

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Covid-19: Saúde troca direção do Comitê de Vacinação

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O subsecretário de Vigilância em Saúde, Divino Valero, assume a coordenação do comitê. O posto era ocupado pelo secretário-adjunto de assistência à Saúde, Petrus Sanchez

O comitê foi criado em janeiro para acompanhar a campanha de vacinação contra a covid-19 – (crédito: LOIC VENANCE / AFP)

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal realizou uma troca no comando do Comitê de Operacionalização da Vacinação contra covid-19. Segundo portaria publicada em edição extra do Diário Oficial do DF (DODF) de segunda-feira (5/4), o cargo antes ocupado pelo secretário-adjunto de assistência à Saúde, Petrus Sanchez, passa a ser do subsecretário de Vigilância em Saúde, Divino Valero.

Além disso, a estrutura do comitê foi reduzida. Agora, participará apenas um membro de cada subsecretaria, sendo elas: Subsecretaria de Vigilância em Saúde (SVS);  Subsecretaria de Atenção Integral à Saúde (SAIS); Subsecretaria de Gestão de Pessoas (SUGEP); e Subsecretaria de Infraestrutura em Saúde (SINFRA). O Comitê funciona desde 18 de janeiro de 2021, um dia antes do início da vacinação contra covid-19 no DF.

 A troca ocorre após a vacinação para idosos ser interrompida por falta de doses. Agora, a Secretaria de Saúde aguarda receber mais 10 mil doses de imunizantes neste quarta-feira (7/4) para, então, avaliar se haverá uma ampliação da campanha.

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Saúde divulga aposentados pré-aprovados para atuar no combate à covid-19

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A lista foi publicada no Diário Oficial do DF desta terça-feira (6/4). São 250 vagas e o resultado definitivo está previsto para 15 de abril

Os servidores vão auxiliar no combate à covid-19 em hospitais e postos do DF – (crédito: Minervino Júnior/CB/D.A Press )

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal publicou, nesta terça-feira (6/4), a lista dos servidores aposentados pré-aprovados para auxiliar no atendimento ao público com covid-19 na rede pública. A lista dos 250 aprovados foi publicada no Diário Oficial do DF.

O candidato que desejar entrar com recurso contra a nota preliminar ou eliminação do processo seletivo tem um prazo de três dias, das 0h de 7 de abril de às 23h 59min de 9 de abril. Para o recurso, o candidato terá que enviar a solicitação por meio de formulário oficial, para o e-mail: recursosesdf@gmail.com sob o título “Recurso: Processo Seletivo Simplificado Emergencial”.

O formulário pode ser acessado no site da Secretária de Saúde.  Recursos inconsistentes, ilegíveis e em formulário diferente do exigido serão negados. Além disso, não serão aceitos recursos enviados após o prazo estipulado.

A publicação do resultado final está prevista para 15 de abril.  Confira aqui a lista dos pré-aprovados.

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Pfizer diz que sua vacina contra covid é 100% eficaz em adolescentes

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Estudo foi realizado com adolescentes de 12 a 15 anos

Vacina: a pesquisa em Israel mostra que duas doses da vacina da Pfizer reduzem os casos sintomáticos de covid-19 em 94% dentro de todos os grupos etários (Dado Ruvic/Reuters)

A Pfizer anunciou nesta terça-feira, 31, que sua,vacina contra a covid-19 desenvolvida junto à BioNTech é 100% eficaz para adolescentes de 12 a 15 anos. Por isso, os laboratórios, nas próximas semanas, vão solicitar à Agência de Alimentos e Drogas (FDA, na sigla em inglês) e à Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês) autorização para uso do imunizante na faixa etária agora testada.

“Compartilhamos a urgência de expandir a autorização de nossa vacina para uso em populações mais jovens e somos encorajados pelos dados de ensaios clínicos de adolescentes com idades entre 12 e 15 anos”, diz Albert Bourla, presidente e CEO da Pfizer, em nota. “Planejamos enviar esses dados ao FDA como uma emenda proposta à nossa autorização de uso emergencial nas próximas semanas e a outros reguladores em todo o mundo, com a esperança de começar a vacinar essa faixa etária antes do início do próximo ano letivo”, acrescenta.

De acordo com o comunicado disponibilizado à imprensa, o ensaio com adolescentes de 12 a 15 anos envolveu 2.260 pessoas. Delas, 1.129 foram do chamado grupo de placebo, com 18 confirmações de covid-19. No grupo vacinado, com 1,131 adolescentes, ninguém contraiu a doença. Os efeitos colaterais relatados foram “geralmente consistentes” com aqueles observados em participantes de 16 a 25 anos de idade.

A vacina contra o novo coronavírus da Pfizer em parceria com a BionNTech é a única a ter autorização para uso definitivo no Brasil, mas, até o momento nenhuma dose do imunizante foi administrada no País. Nos Estados Unidos, o laboratório tem autorização apenas de uso emergencial.

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Saúde amplia vacinação contra a covid-19 para pessoas com HIV e Aids

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A decisão irá contemplar pessoas que vivem com o vírus na faixa etária entre 18 e 59 anos

(crédito: Farooq Naeem/AFP – 30/11/13)

Pessoas que vivem com HIV agora estão incluídas nas prioridades para receber a vacina contra a covid-19. O Ministério da Saúde atualizou, nesta terça-feira (30/3), as recomendações para incluir a população soropositiva entre 18 e 59 anos ao grupo de comorbidades definido no Programa Nacional de Imunização (PNI).

“A partir dessa iniciativa será possível reduzir o impacto da pandemia nesse grupo, especialmente em relação ao risco de hospitalização e óbito, e respeitar o conceito de equidade do Sistema Único de Saúde (SUS)”, justifica o ministério.

Como forma de comprovar as condições, os contemplados podem solicitar declaração nominal nas Unidades Dispensadoras de Medicamentos (UDM), documento a ser apresentado no local de vacinação. Relatórios, prescrição médica, exames e receituário dos antirretrovirais também serão aceitos.

Na versão anterior, estavam incluídas apenas pessoas com doenças autoimunes, não havendo especificações. No caso do público que vive com HIV, mas tem a partir de 60 anos, a inclusão não se fez necessária, já que faz parte do grupo prioritário de idosos, contemplados na primeira fase. No entanto, pessoas soropositivas e menores de idade não fazem parte do grupo prioritário, já que as vacinas atualmente incluídas no PNI não possuem indicação para menores de 18 anos.

A vacinação também não é recomendada para indivíduos com hipersensibilidade ao princípio ativo ou a qualquer dos excipientes da vacina; ou até mesmo para aquelas pessoas que apresentaram uma reação anafilática confirmada a uma dose anterior a da mesma vacina covid-19.

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