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Saúde

Covid-19: Saúde troca direção do Comitê de Vacinação

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O subsecretário de Vigilância em Saúde, Divino Valero, assume a coordenação do comitê. O posto era ocupado pelo secretário-adjunto de assistência à Saúde, Petrus Sanchez

O comitê foi criado em janeiro para acompanhar a campanha de vacinação contra a covid-19 – (crédito: LOIC VENANCE / AFP)

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal realizou uma troca no comando do Comitê de Operacionalização da Vacinação contra covid-19. Segundo portaria publicada em edição extra do Diário Oficial do DF (DODF) de segunda-feira (5/4), o cargo antes ocupado pelo secretário-adjunto de assistência à Saúde, Petrus Sanchez, passa a ser do subsecretário de Vigilância em Saúde, Divino Valero.

Além disso, a estrutura do comitê foi reduzida. Agora, participará apenas um membro de cada subsecretaria, sendo elas: Subsecretaria de Vigilância em Saúde (SVS);  Subsecretaria de Atenção Integral à Saúde (SAIS); Subsecretaria de Gestão de Pessoas (SUGEP); e Subsecretaria de Infraestrutura em Saúde (SINFRA). O Comitê funciona desde 18 de janeiro de 2021, um dia antes do início da vacinação contra covid-19 no DF.

 A troca ocorre após a vacinação para idosos ser interrompida por falta de doses. Agora, a Secretaria de Saúde aguarda receber mais 10 mil doses de imunizantes neste quarta-feira (7/4) para, então, avaliar se haverá uma ampliação da campanha.

 

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Saúde

Vacinação de profissionais da Segurança Pública muda de endereços no DF

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Servidores da linha de frente são imunizados, diariamente, com ‘xepa’ da vacina. ‘Não houve aumento de pontos, apenas redistribuição de alguns locais’, diz GDF; confira endereços por categoria.

Vacina contra a Covid-19 no DF — Foto: TV Globo / Reprodução

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal mudou, na sexta-feira (16), alguns endereços onde os profissionais da área, que atuam na linha de frente ao combate do novo coronavírus, são vacinados contra a Covid-19. Segundo a pasta, “não houve aumento de pontos de recebimento dos imunizantes, apenas a redistribuição de alguns locais” (veja endereços mais abaixo).

No dia 8 de abril, a secretaria havia definido os locais de vacinação para policiais, fiscais, agentes e bombeiros que estão recebendo as doses remanescentes da vacina contra Covid-19, conhecidas como “xepa”. Cada corporação tem um ponto de aplicação específico.

“A alteração ocorreu para atender de forma mais ampla as corporações”, diz o GDF. As regras foram definidas entre as secretarias de Segurança Pública (SSP) e de Saúde (SES), além da Casa Civil e de representantes das corporações atendidas.

Conforme o governo do Distrito Federal, “continua a valer a regra de prioridade para aplicação das vacinas residuais aos servidores que estão na linha de frente, por causa da maior exposição ao risco de contágio e transmissão do vírus”. A distribuição das corporações em relação aos postos foi feita de forma proporcional, ou seja, “aquelas com maior número de servidores terão um maior número de pontos de atendimento”, explicou o secretário de Segurança, Júlio Danilo.

“Serão vacinados aqueles servidores ligados diretamente à escolta e segurança dos postos de vacinação, além dos que atuam nos resgates, atendimento pré-hospitalar e vigilância das medidas de distanciamento social, por exemplo. A idade também é outro quesito que será levado em consideração“, disse o secretário.

Como funciona a vacinação das forças de segurança?

Pessoa é vacinada contra a Covid-19 no DF — Foto: TV Globo / Reprodução

Pessoa é vacinada contra a Covid-19 no DF — Foto: TV Globo / Reprodução.

Para receber a vacina, os servidores precisam se apresentar ao coordenador dos postos de vacinação exclusivos de sua corporação, 30 minutos antes do encerramento das atividades. Conforme a Secretaria de Segurança, “eles darão o apoio necessário e auxilio na organização e segurança do fechamento das unidades de vacinação”.

“O comparecimento não garante a aplicação do imunizante, devendo sempre aguardar a orientação da equipe da Secretaria de Saúde no local”, diz o GDF.

Podem ser vacinados os servidores das seguintes corporações:

  • Policiais Militares (PMDF)
  • Policiais Civis (PCDF)
  • Corpo de Bombeiros (CBMDF)
  • Departamento de Trânsito (Detran-DF)
  • Secretaria de Administração Penitenciária (Seape)
  • Sistema socioeducativo (Sejus)
  • Secretaria de Segurança Pública (SSP)

Novos endereços

A Regional de Santa Maria, que atendia os servidores do Detran, agora vacina a PMDF. A UBS 1, do Núcleo Bandeirante, que atendia a PCDF, também passou a atender os policiais militares.

O Ginásio São Bartolomeu, que vacinava os servidores da Seape, passou a atender, exclusivamente, os bombeiros. Os agentes da Seape passaram a ser vacinados na UBS 1, do Guará.

Policiais civis devem procurar a UBS 4, do Guará. Servidores do Detran são vacinados na UBS 2 de Sobradinho II.

Veja endereços por categoria

  • PMDF: Paranoá; Regional de Santa Maria; UBS 1, na Asa Sul; UBS 1, na Candangolândia; UBS 4, no Guará; UBS 2, na Estrutural; UBS 1, no Riacho Fundo II; UBS 2, no Riacho Fundo II; UBS 1, em Brazlândia; UBS 7, em Ceilândia; UBS 17, em Ceilândia; UBS 1, no Gama; Assembleia de Deus de Santa Maria; UBS 1, em Sobradinho I; UBS 2, em Samambaia; UBS 1, no Núcleo Bandeirante; Administração Regional de Samambaia; e UBS 1, em Taguatinga.
  • CBMDF: Policlínica, no Lago Sul; UBS 1, no Riacho Fundo; UBS 16, em Ceilândia; UBS 3, no Gama; UBS 2, em Santa Maria; Casa Vivência, em Planaltina; UBS 3, no Recanto das Emas; UBS 7, em Samambaia; UBS 5, em Taguatinga; e Ginásio São Bartolomeu, em São Sebastião.
  • PCDF: UBS 1, no Lago Norte; UBS 3, no Guará; UBS 5, em Ceilândia; UBS 5, no Gama; UBS 2, no Itapoã; UBS 5, em Planaltina; Estacionamento Bezerrão, no Gama; e UBS 4, no Guará.
  • Seape: Centro de Práticas, no Jardim Botânico; e UBS 1, no Guará.
  • Sistema socioeducativo: UBS 2, na Asa Norte.
  • Detran: UBS 2, de Sobradinho e UBS 3, de Ceilândia.
  • SSP: UBS 2 do Cruzeiro; e UBS 2 do Guará.

 

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Saúde

Queda capilar após recuperação de Covid-19: há com o que se preocupar?

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Queda pode persistir por até 6 meses após a doença, mas há tratamentos que podem regularizar o processo de crescimento em tempo menor

Após se recuperarem da infecção pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) e estarem “saudáveis”, inúmeros pacientes relatam uma série de sintomas da COVID-19 de longa duração, como fadiga, dores de cabeça e queda de cabelo, por exemplo. Em especial, a perda dos fios pode perdurar por meses após a recuperação da doença e alguns tratamentos podem melhorar o processo.

De acordo com uma revisão sistemática — uma análise de inúmeros estudos científicos sobre um mesmo tema —, um grupo de pesquisadores dos EUA, Suécia e México avilou o efeito de longo prazo da COVID-19 em mais de 47 mil pacientes recuperados e estimou a prevalência de cada sintoma registrado. Esta análise foi publicada em forma de preprint —  sem revisão por pares —  na plataforma MedRxiv.

No geral, os pesquisadores estimaram que 80% dos pacientes que foram infectados pelo coronavírus desenvolveram um ou mais sintomas da infecção de longo prazo. Dessa lista, os cinco sintomas mais comuns foram: fadiga (58%); cefaleia/dores de cabeça (44%); distúrbio de atenção (27%); queda de cabelo (25%); e dispneia (24%).

Por que o cabelo pode cair como efeito da COVID-19?

De acordo com a análise sistemática, a perda de cabelos pode acometer 25% dos pacientes que se recuperaram da COVID-19. Sobre esse sintoma da COVID-19, dermatologista da Mais Cabello, Carla Nogueira, explica que “a queda de cabelo aguda é chamada de Eflúvio Telógeno e também pode ser observada em doenças como Zika e chikungunya, além de outras viroses importantes que causam esse estresse fisiológico”.

Por mais inusitado que possa parecer ter queda de cabelo a partir de um vírus, a dermatologista comenta que o “o eflúvio telógeno agudo ocorre devido a uma reação do próprio organismo ao vírus, levando à alteração do ciclo capilar”. Para entender como isso acontece, é importante compreender duas fases do ciclo capilar: a fase anágena; e a fase telógena.

Queda de cabelo em pacientes da COVID-19 é uma reação do próprio corpo ao coronavírus (Imagem: Reprodução/ Daniel Roberts/ Pixabay).

Durante a fase anágena —  ou estágio ativo —, acontece o crescimento dos fios no couro cabeludo, o que pode se prolongar de dois a quatro anos. Por outro lado, a fase telógena do ciclo capilar é também conhecida como a fase de repouso, onde é normal a queda dos cabelos. “O que ocorre nesses casos é que mais fios entram na fase de repouso após a infecção viral, caindo em maior quantidade nos próximos três a seis meses subsequentes ao quadro”, pontua Nogueira.

O pode ajudar na queda de cabelo pelo coronavírus?

De acordo com a dermatologista, “o eflúvio telógeno, nesses casos de infecção pelo coronavírus, é temporário e reversível”. No entanto, independente de tratamentos realizados pelo paciente, “será preciso aguardar de três a seis meses para que o ciclo capilar retorne para sua atividade normal”, explica a doutora.

Neste período de recuperação do ciclo natural do cabelo, “a orientação é higiene do couro cabeludo, de forma frequente, com uso de xampus para cada tipo de fio, visando reduzir acúmulo de resíduos e evitar a oleosidade do couro cabeludo”, afirma Nogueira.

Em paralelo, é possível adotar algumas fórmulas para melhorar a estrutura dos novos fios e pensar em uma suplementação alimentar. “Podemos utilizar formulações orais com o intuito de melhorar a estrutura dos novos fios que virão a nascer após o reestabelecimento do ciclo capilar, assim como a orientação de melhora do aporte nutricional dos pacientes através da melhora da alimentação. Sempre com o acompanhamento de um dermatologista de confiança”, completa a médica.

Para conferir o preprint sobre a queda de cabelo como um sintoma do pós-COVID-19, publicado na plataforma MedRxiv, clique aqui.

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Saúde

Governo, Estados e Anvisa intensificam conversas sobre compra da Sputnik V

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União Química apresentou na semana passada o primeiro lote da vacina produzida 100% em território nacional; no entanto, ainda não há autorização para o uso emergencial do imunizante no Brasil

Representantes estaduais se encontraram com diretores da Anvisa e cobraram agilidade no processo de aprovação

Governadores voltam a se reunir nesta quarta-feira, 6, com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para estabelecer ações que viabilizem a importação da Sputnik V. Esta terça-feira foi um dia de movimentações para tratativas da liberação do imunizante russo. Ao todo, 12 representantes estaduais se encontraram com diretores da agência e cobraram agilidade no processo de aprovação. Para alguns governadores, a Anvisa tem travado a compra por questões burocráticas. Rui Costa, da Bahia, disse que falta consideração, por parte da agência, com a vida humana. O governador do Piauí, Wellington Dias, destacou a importância da aprovação do imunizante. “A decisão da Anvisa é que garante que a gente tenha condição de em abril ter vacinas da Sputnik V nesse contrato com os Estados e o Ministério da Saúde.”

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que conversou por telefone com o presidente russo Vladimir Putin para tratar da compra da Sputnik V. “Acabei de receber um telefone do presidente Putin, um dos assuntos mais importantes que tratamos aqui é a possibilidade de nós virmos a receber a vacina Sputnik daquele país. Se Deus quiser, brevemente, estaremos resolvendo essa questão da vacina Sputnik. No momento, agradeço o presidente Putin pela maneira que tratou esse assunto com o Brasil”, disse.

O presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, reiterou que vai enviar uma equipe para inspecionar as instalações e condições de produção da vacina. Ele frisou a importância da viagem, mas não disse que seria determinante para liberação da importação. “A visita à Rússia esclarece pontos, busca esclarecer pontos fundamentais. Existem possibilidades de importação excepcional, mas fazem parte de vários dentes dessa engrenagem. Então com certeza essa visita vai ser muito esclarecedora.” A União Química apresentou na semana passada o primeiro lote da vacina produzida 100% em território nacional. No entanto, ainda não há autorização para o uso emergencial do imunizante. O pedido já foi feito pela empresa e segue aguardando o aval da Anvisa.

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CoronaVac é eficaz contra variante brasileira do coronavírus, mostra estudo

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Pesquisa do grupo Vebra Covid-19 contou com a participação de 67.718 trabalhadores de saúde de Manaus, um dos locais onde a nova cepa é predominante

Expectativa é manter a pesquisa para avaliar a eficácia da vacina após 14 dias da segunda aplicação

A vacina CoronaVac é eficaz contra a variante P.1 do coronavírus, descoberta em Manaus, no Amazonas. Dados divulgados nesta quarta-feira, 7, apontam que a vacina demonstrou eficácia de 50% para prevenir o adoecimento dos imunizados após 14 dias da primeira dose do composto. O estudo do grupo Vebra Covid-19 contou com a participação de 67.718 trabalhadores de saúde moradores da capital amazonense, um dos locais onde a nova cepa é predominante. Segundo os pesquisadores, os resultados são “encorajadores”, pois mostram que redução do risco de doença mesmo em cenários com prevalência da variante brasileira.

A descoberta acontece em um momento que outros países da América do Sul começam a registrar casos da P.1. No Peru, a cepa é responsável por cerca de 40% das novas infecções em Lima; no Uruguai o índice é de 30% entre os novos casos registrados, enquanto o Paraguai a incidência chega a 50%. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), outras nações do mundo já registraram a variante brasileira, como Estados Unidos, Japão, México, Reino Unido, Espanha, Itália, França e Índia, o que demonstra a importância da eficácia do imunizante também para outros países. “Esses achados apoiam o uso contínuo dessa vacina [CoronaVac] no Brasil e em outros países com a circulação da mesma variante”, afirmam os pesquisadores em nota.

Agora, a expectativa do grupo é manter a pesquisa para avaliar a eficácia da vacina, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a Sinovac, após 14 dias da segunda aplicação. Estudos para mensurar a efetividade da CoronaVac, assim como do imunizante da AstraZeneca/Oxford, em idosos também serão realizados em Manaus, Campo Grande, São Paulo e no Estado de São Paulo. O grupo Vebra Covid-19, responsável pela análise, envolve pesquisadores de nacionais e internacionais, servidores da secretaria de saúde do Estado do Amazonas e de São Paulo e também de da secretária de saúde de Manaus e da capital paulista.

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Saúde divulga aposentados pré-aprovados para atuar no combate à covid-19

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A lista foi publicada no Diário Oficial do DF desta terça-feira (6/4). São 250 vagas e o resultado definitivo está previsto para 15 de abril

Os servidores vão auxiliar no combate à covid-19 em hospitais e postos do DF – (crédito: Minervino Júnior/CB/D.A Press )

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal publicou, nesta terça-feira (6/4), a lista dos servidores aposentados pré-aprovados para auxiliar no atendimento ao público com covid-19 na rede pública. A lista dos 250 aprovados foi publicada no Diário Oficial do DF.

O candidato que desejar entrar com recurso contra a nota preliminar ou eliminação do processo seletivo tem um prazo de três dias, das 0h de 7 de abril de às 23h 59min de 9 de abril. Para o recurso, o candidato terá que enviar a solicitação por meio de formulário oficial, para o e-mail: recursosesdf@gmail.com sob o título “Recurso: Processo Seletivo Simplificado Emergencial”.

O formulário pode ser acessado no site da Secretária de Saúde.  Recursos inconsistentes, ilegíveis e em formulário diferente do exigido serão negados. Além disso, não serão aceitos recursos enviados após o prazo estipulado.

A publicação do resultado final está prevista para 15 de abril.  Confira aqui a lista dos pré-aprovados.

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Pfizer diz que sua vacina contra covid é 100% eficaz em adolescentes

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Estudo foi realizado com adolescentes de 12 a 15 anos

Vacina: a pesquisa em Israel mostra que duas doses da vacina da Pfizer reduzem os casos sintomáticos de covid-19 em 94% dentro de todos os grupos etários (Dado Ruvic/Reuters)

A Pfizer anunciou nesta terça-feira, 31, que sua,vacina contra a covid-19 desenvolvida junto à BioNTech é 100% eficaz para adolescentes de 12 a 15 anos. Por isso, os laboratórios, nas próximas semanas, vão solicitar à Agência de Alimentos e Drogas (FDA, na sigla em inglês) e à Agência Europeia de Medicamentos (EMA, na sigla em inglês) autorização para uso do imunizante na faixa etária agora testada.

“Compartilhamos a urgência de expandir a autorização de nossa vacina para uso em populações mais jovens e somos encorajados pelos dados de ensaios clínicos de adolescentes com idades entre 12 e 15 anos”, diz Albert Bourla, presidente e CEO da Pfizer, em nota. “Planejamos enviar esses dados ao FDA como uma emenda proposta à nossa autorização de uso emergencial nas próximas semanas e a outros reguladores em todo o mundo, com a esperança de começar a vacinar essa faixa etária antes do início do próximo ano letivo”, acrescenta.

De acordo com o comunicado disponibilizado à imprensa, o ensaio com adolescentes de 12 a 15 anos envolveu 2.260 pessoas. Delas, 1.129 foram do chamado grupo de placebo, com 18 confirmações de covid-19. No grupo vacinado, com 1,131 adolescentes, ninguém contraiu a doença. Os efeitos colaterais relatados foram “geralmente consistentes” com aqueles observados em participantes de 16 a 25 anos de idade.

A vacina contra o novo coronavírus da Pfizer em parceria com a BionNTech é a única a ter autorização para uso definitivo no Brasil, mas, até o momento nenhuma dose do imunizante foi administrada no País. Nos Estados Unidos, o laboratório tem autorização apenas de uso emergencial.

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