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O paciente na Unidade de Terapia Intensiva: mitos e verdades

A UTI de hoje busca pela excelA?ncia, envolve os familiares e o paciente no processo de cura, alAi??m de primar pelo trabalho em equipe

Em 1854, surgiu o conceito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Naquele ano, ocorreu a Guerra da Crimeia na qual a Inglaterra, FranAi??a e Turquia declararam guerra Ai?? RA?ssia. Em condiAi??Ai??es precA?rias, a taxa de mortalidade entre os soldados hospitalizados atingia 40%. A enfermeira inglesa Florence Nightingale e mais 38 voluntA?rias partiram para os Campos de Scurati, incorporaram-se ao atendimento, empregaram cuidado padronizado nas chamadas unidades de monitoraAi??A?o de pacientes graves e a mortalidade caiu para 2%.

O ofAi??cio de cuidar melhor e de maneira sistematizada de um paciente foi a base da medicina crAi??tica ou da terapia intensiva mais moderna. A primeira UTI surge na dAi??cada de 1920 nos Estados Unidos, e, quase um sAi??culo apA?s, em 2017, comemoramos muitas transformaAi??Ai??es importantes que ocorreram no ambiente da terapia intensiva e que trouxeram grandes benefAi??cios aos pacientes crAi??ticos.

O que Ai?? uma UTI?

Destacam-se a eficiA?ncia no diagnA?stico por meio de exames laboratoriais e mAi??todos de monitorizaAi??A?o de A?ltima geraAi??A?o, assim como o emprego de tAi??cnicas de tratamento modernas, que resultaram nA?o somente na reduAi??A?o significativa de mortalidade dos pacientes, como na melhoria considerA?vel da qualidade do atendimento.

Antes, a UTI era conhecida como um ambiente associado a complicaAi??Ai??es e Ai?? morte e a sensaAi??Ai??es de frieza, solidA?o e dores, passou atualmente a ser compreendida como um local associado Ai?? vida, Ai?? cura, Ai?? dedicaAi??A?o mA?xima a um paciente que precisa, tendo como premissa o cuidado amplo, no sentido global da palavra, do fAi??sico ao emocional. A verdadeira UTI de hoje, empregando em seu dia-a-dia a busca pela excelA?ncia, envolve os familiares e o paciente no processo de cura, alAi??m de primar pelo trabalho em equipe, composta hoje pelo mAi??dico intensivista, e por profissionais da enfermagem, fisioterapia, psicologia, fonoaudiologia e farmA?cia clAi??nica.

O aumento da expectativa de vida da populaAi??A?o estA? associado a um fenA?meno conhecido como transiAi??A?o epidemiolA?gica. O Brasil da atualidade vive essa fase, na qual as principais causas de mortalidade sA?o as doenAi??as cardiovasculares e o cA?ncer. Como consequA?ncia da maior eficiA?ncia no diagnA?stico e no tratamento dessas doenAi??as, um nA?mero progressivamente maior de pacientes necessita de terapia intensiva.

UTIs modernas: tecnologia e humanizaAi??A?o

No passado, os leitos de UTI representavam de 5% a 15% dos leitos de um hospital, e atualmente, a estimativa Ai?? que em todo o mundo, essa proporAi??A?o deva ser idealmente de 30% a 40%. A estrutura de uma UTI moderna deve conter tecnologia de ponta e recursos humanos capacitados para a rapidez e a eficiA?ncia no diagnA?stico e no tratamento de doenAi??as graves. Entretanto, isso nA?o basta. Ai?? preciso enxergar o paciente e nA?o apenas sua doenAi??a.

O ser humano que ali se encontra tem uma biografia, uma histA?ria de vida, doenAi??as prAi??vias, experiA?ncias anteriores, anseios e desejos. Tudo isso deve ser levado em consideraAi??A?o no processo da cura, no entendimento do ser humano que frente a uma condiAi??A?o crAi??tica, encontra-se fragilizado de corpo e alma.

O mAi??dico intensivista lida com alguns desafios diA?rios ai??i?? a complexidade do diagnA?stico de um paciente grave, a essA?ncia de uma intervenAi??A?o imediata eficiente, a interpretaAi??A?o da heterogeneidade do ser humano no A?mbito da doenAi??a, e o entendimento das necessidades do paciente e de sua famAi??lia. AlAi??m disso, Ai?? preciso internalizar o conceito que muitas vezes o ambiente da UTI nA?o trarA? a cura da doenAi??a e sim um alAi??vio de sofrimento, gerando melhora da qualidade de vida dos pacientes.

A UTI ideal e que devemos oferecer aos nossos pacientes Ai?? aquela composta de uma equipe altamente capacitada, com uma estrutura moderna e tecnolA?gica, cujas aAi??Ai??es tA?m um foco principal: o bem-estar do paciente, seu envolvimento no processo da cura, gerando melhores resultados.

Quem faz Letra de MAi??dico

Adilson Costa, dermatologista
Adriana Vilarinho, dermatologista
Ana Claudia Arantes, geriatra
Antonio Carlos do Nascimento, endocrinologista
AntA?nio Frasson, mastologista
Artur Timerman, infectologista
Arthur Cukiert, neurologista
Ben-Hur Ferraz Neto, cirurgiA?o
Bernardo Garicochea, oncologista
Claudia Cozer Kalil, endocrinologista
Claudio Lottenberg, oftalmologista
Daniel Magnoni, nutrA?logo
David Uip, infectologista
Edson Borges, especialista em reproduAi??A?o assistida
Fernando Maluf, oncologista
Freddy Eliaschewitz, endocrinologista
Jardis Volpi, dermatologista
JosAi?? Alexandre Crippa, psiquiatra
Ludhmila Hajjar, intensivista
Luiz Rohde, psiquiatra
Luiz Kowalski, oncologista
Marcus Vinicius Bolivar Malachias, cardiologista
Marianne Pinotti, ginecologista
Mauro Fisberg, pediatra
Miguel Srougi, urologista
Paulo Hoff, oncologista
Paulo Zogaib, medico do esporte
Raul Cutait, cirurgiA?o
Roberto Kalil ai??i?? cardiologista
Ronaldo Laranjeira, psiquiatra
Salmo Raskin, geneticista
Sergio Podgaec, ginecologista
Sergio Simon, oncologista
Walmir Coutinho, endocrinologista

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Publicação: Redação Brasil (m)

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